Inflação de janeiro fica em 0,54%

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação dos períodos, teve variação de 0,54% no mês de janeiro. Considerando os últimos 12 meses, a variação foi de 4,56%, valor maior do que a taxa dos 12 meses imediatamente anteriores (4,46%). O feijão foi o produto com principal contribuição individual no índice de janeiro (0,08 ponto percentual).

Os alimentos tiveram variação menor em janeiro que em dezembro (2,06%), embora continuem a pressionar o IPCA, com alta de 1,52% e contribuição de 0,33 ponto percentual. As regiões metropolitanas de Salvador (2,34%) e Belém (2,17%) apresentaram os maiores resultados no grupo alimentação e bebidas . Por outro lado, em Porto Alegre (0,04%), os preços chegaram perto da estabilidade de um mês para o outro.

Entre os alimentos, destacaram-se as seguintes quedas de preço em janeiro: batata inglesa (-10,00%), cenoura (-4,66%), leite pasteurizado (-1,28%) e hortaliças (-0,88%). Por outro lado, dos que mais aumentaram de dezembro para janeiro, sobressaíram-se o tomate (de -4,13% para 35,12%), a cebola (de 6,67% para 22,21%) e os ovos (de 1,85% para 5,56%).

Os produtos não-alimentícios apresentaram variação de preço de 0,29% em janeiro, também abaixo de dezembro (0,38%). O resultado é consquência da diminuição dos combustíveis, cujo resultado passou de 1,58% para -0,33%. O litro do álcool combustível , que havia aumentado 9,35% em dezembro, sofreu queda de 1,12% em janeiro, influenciando no preço do litro da gasolina , que também caiu (-0,38%) no mês passado, ao passo que havia apresentado alta de 1,03% em dezembro.

Também houve queda de preço nas contas de energia elétrica (-0,53%) e nos artigos de vestuário ( – 0,08%). Além disso, o reflexo do reajuste ocorrido nos cigarros foi de 0,90%, enquanto em dezembro havia sido de 3,53%.

O IPCA, calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 1 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados de 28 de dezembro a 29 de janeiro (referência) com aqueles vigentes de 27 de novembro a 27 de dezembro (base).

Fonte: IBGE

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