Inteligência Artificial para combater crime

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Germano: ferramentas que otimizam planejamento (Fotos: Ascom / Sefaz)

A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) reuniu técnicos das áreas de tributação, tecnologia da informação, administração e finanças e áreas correlatas, além da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e Procuradoria Geral do Estado, para uma apresentação sobre a aplicação de novas tecnologias de inteligência artificial voltadas para ampliação da eficácia no combate à sonegação fiscal.

A reunião foi mais uma etapa das discussões sobre a utilização de ferramentas tecnológicas de auxílio nos processos de auditoria e fiscalização, englobando a execução fiscal, agregando novos mecanismos de atuação aos já implementados pela Sefaz nos últimos anos, como a auditoria informatizada e o Auto de Infração Modelo II, por exemplo, enquadrados no processo de modernização do sistema fazendário.

Téncios participam de reunião

De acordo com o secretário da Fazenda, João Andrade Vieira da Silva, é interessante inserir na discussão dos projetos experiências implementadas que se assemelham ao interesse do Fisco, que é a ampliação do banco de dados para cruzamento de informações e identificação de inconformidades que indiquem possíveis casos de sonegação. “Estamos buscando rotineiramente a otimização do trabalho do auditor, para que ele concentre suas energias onde as possibilidades de irregularidades sejam maiores”, explicou João Andrade.

Germano Crispim Vasconcelos, representante da empresa responsável pelo novo procedimento, apresentou um modelo de ferramenta para eficiência nas receitas, uma plataforma tecnológica de soluções modulares de apoio a decisões de auditoria e fiscalização. “São ferramentas que otimizam as ações diárias de planejamento de operações de fiscalização e auditoria, pois permite um mapeamento completo do conjunto de informações existentes na base de dados da secretaria. São milhões de informações processadas à disposição do gestor para a detecção mais rápida e eficaz de suspeitas de fraude”, complementa Germano Vasconcelos.

Até a próxima semana, os técnicos têm uma nova reunião para aprofundar as discussões de implementação de ferramentas específicas nas áreas de TI e tributação voltadas para as ações da Sefaz.

Auto de Infração Modelo II
O Projeto Auto de Infração Modelo II foi implantado pela Sefaz no final de 2009 com a instrumentalização de um sistema eletrônico de auditoria, notificação e autuação de contribuintes a partir da identificação de distorções na arrecadação de ICMS ocorridas em função das discrepâncias entre as informações contidas nas Declarações de Informação do Contribuinte (DICs) e os dados de valores efetivamente pagos pelo contribuinte.

De acordo com a Sefaz, o Auto de Infração Modelo II executa o cruzamento dos dados e automaticamente identifica as ocorrências de indícios de sonegação fiscal.

Fonte: Ascom / Sefaz

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