IPI: aumento não terá impacto sobre bolso do consumidor

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Variação é pequena e não altera o preço final do produto (Foto: arquivo Portal Infonet)

O aumento das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), ocorrido no início do mês de outubro, alterou os preços dos eletrodomésticos de linha branca e móveis. Com isso, os consumidores estão pagando um pouco mais nas compras de fogões, micro-ondas, geladeiras, tanquinhos, sofás, entre outros produtos.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o objetivo do aumento é restringir gradualmente a porcentagem no valor de algo que corresponde a taxa ou imposto. Sendo assim, os produtos foram desonerados como forma de estimular o setor diante da crise.

Para o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe (Acese), Alexandre Porto, a medida não é das melhores, porém, o impacto no bolso do consumidor não será grande. “O ideal era que o IPI fosse mantido, contudo, a variação alterada foi relativamente pequena, mexendo muito pouco nos preços finais”, explicou.

Ele ainda acrescenta que a melhor solução seria a reforma tributária. “Esse penduricalho de estímulos e incentivos não é a melhor saída. Precisamos reestruturar a política tributária, pois ele ainda é injusta e não é igualitária, restando ao consumidor pagar altos encargos tributários”, afirmou.

A alíquota para o fogão passará de 3% para 4%; da geladeira, de 8,5% para 10%; do tanquinho, de 4,5% para 5%, da máquina de lavar, permanecerá em 10%; e de móveis e painéis, subirá de 3% para 3,5%.

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