Jucese facilita repasse de dados aos órgãos públicos

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O presidente da Jucese, George Trindade, o procurador-chefe da PFN/SE, Paulo Gomes, e o diretor de Tecnologia da Informação da Jucese, Eduardo Garcez (Foto: divulgação)

Com o objetivo de facilitar o acesso, pelos órgãos públicos conveniados, aos dados e atos constitutivos de empresas arquivadas na Junta Comercial do Estado de Sergipe (Jucese), a equipe de Tecnologia da Informação da autarquia desenvolveu o sistema “Jucese Conveniados”.

Os órgãos que firmarem parceria com a Jucese, através de termo de cooperação técnica, terão acesso imediato via internet ao banco de dados da Junta Comercial. Antes do sistema, as consultas às informações eram feitas por ofício ou acesso remoto à máquina única, sendo que as respostas podiam demorar mais de 30 dias úteis devido aos trâmites de recebimento, processamento e envio.

“Por meio de uma política de integração, nosso intuito é diminuir a burocracia no repasse de informações do Registro Mercantil aos órgãos parceiros”, afirma o presidente da Jucese, George Trindade. Com quase 120 anos de história, a Junta Comercial tem 120 mil empresas registradas em seus arquivos. “A ferramenta permitirá maior agilidade, por exemplo, no andamento de processos judiciais”, exemplifica George.

Para divulgar o “Conveniados”, a Jucese iniciou uma série de visitas. No dia 3 de junho, o presidente George Trindade e equipe de Tecnologia da Informação apresentaram à Receita Federal. Os representantes da órgão manifestaram imediato interesse pelo sistema. Entre as vantagens da ferramenta está a segurança, uma vez que se evita o extravio de documentos e possibilita a consulta da autenticidade dos atos.

Na última terça-feira, 30, George Trindade e o diretor de Tecnologia da Informação da Jucese, Eduardo Garcez, apresentaram o “Conveniados” ao  procurador-chefe da Procuradoria da Fazenda Nacional no Estado de Sergipe (PFN/SE), Paulo Andrade Gomes. O órgão também demonstrou interesse pelo sistema.

“Muito boa a iniciativa da Jucese. Será de muito bom grado para os procuradores da Fazenda Nacional de Sergipe. A cada dia que se passa a intenção dos órgãos públicos é, justamente, virtualizar tudo, acabar com o papel”, ressalta o procurador-chefe da PFN/SE, Paulo Gomes.

Fonte: Jucese

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