População questiona novo imposto

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População critica a criação de um novo imposto
Mais um imposto deverá ser criado pelo Governo. Dessa vez à nova forma de arrecadação é a Contribuição Social para a Saúde (CSS), pelo projeto, todo brasileiro que recebe mais de R$ 3,2 mil por mês passaria a pagar a Contribuição Social para a Saúde (CSS). A cada saque, cheque descontado, transferência entre contas ou retirada da caderneta de poupança, o cliente pagaria 0,1% de imposto. O governo espera arrecadar R$ 12 bilhões por ano.

A criação desse imposto é alvo de muitas críticas na sociedade. “Não concordo com essa cobrança porque esses impostos não atendem a necessidade da população. Mesmo com o imposto anterior a saúde em nada melhorou pelo contrario continuamos tendo que contar com um atendimento péssimo. O governo deveria criar uma maneira de unificar a saúde para todos”, diz a pedagoga Isle Lima.

O auxiliar administrativo Jorge Batista
Para o auxiliar administrativo Jorge Batista o imposto não vai beneficiar a saúde. “Nunca acreditei no fim desse imposto porque sempre estamos pagando muitas taxas. Agora esse dinheiro com certeza não vai ser destinado a melhorias da saúde porque quem precisa procurar um médico ou fazer exames sabe que o atendimento é precário”, conta.

“Nós já pagamos muitos impostos por isso não concordo que seja feita essa cobrança. Infelizmente essa é mais uma maneira do governo desviar dinheiro. A dúvida é se esse dinheiro realmente vai ser destinado à saúde”, afirma a dona de casa Meire dos Santos.

O presidente do sindicato dos bancários,José Souza, é a favor da nova contribuição
A frente do sindicato dos bancários José Souza afirma ser a favor da cobrança do imposto. “A maioria da população tem uma forma idealista de pensar, mas essa contribuição é uma forma avançada de arrecadar um percentual destinado a saúde pública no Brasil. Nós contamos hoje com um sistema único de saúde que completa 20 anos atendendo a todos independente do poder econômico, mesmo quem tem um plano também usa os serviços do SUS”, explica.

José Souza diz ainda que é preciso fiscalizar a atuação do dinheiro público. “Quanto à possibilidade de corrupção, essa é outra questão que a sociedade precisa se organizar para cobrar a eficiência e fiscalizar a corrupção”, enfatiza o sindicalista.

Por Kátia Susanna

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