
Apesar do novo padrão da gasolina já se encontrar em vigor no Brasil, os postos de combustíveis têm um prazo máximo de 90 dias (três meses) para atualizar o novo padrão do combustível. Já as distribuidoras têm um prazo menor, 60 dias. Em virtude desse tempo de transição, não se pode ainda precisar qual será o percentual de reajuste. No entanto, segundo o secretário-executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo no Estado de Sergipe (Sindpese), Maurício Contrim, embora o reajuste seja esperado, o custo-benefício valerá muito à pena.

Maurício explica que a ‘nova gasolina’ terá mudanças significativas, deixando o produto com maior qualidade e eficiência energética. “Dentre as principais modificações, três terão um impacto bastante positivo. Primeiro, o nível de massa específica, o segundo de destilação e o terceiro o nível de octanagem da nossa gasolina”, conta.
O secretário-executivo explica que em todos esses aspectos serão considerados valores mínimos. ” Além de garantir um combustível de ótima qualidade, terá um menor risco de adulteração, elevando o nível do nosso combustível ao patamar europeu e americano”, detalha Contrim.
Em relação à faixa de preço, ele explica que é ainda difícil mensurar porque precisa de um posicionamento das distribuidoras, que têm um prazo de 60 dias para se adaptar as novas regras. “Mesmo assim entendemos que a mudança será positiva e com isso a gasolina irá ficar um pouco mais cara. Mas terá um grande custo-benefício”, pontua Contrim.
por João Paulo Schneider
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