Sebrae orienta prefeituras a priorizar empresas locais nas licitações

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O analista de Sebrae, Paulo Afonso Marques, afirma que o encontro buscou unir as compras realizadas pelas prefeituras à empresas locais (Foto: Portal Infonet)
O analista de Sebrae, Paulo Afonso Marques, afirma que o encontro buscou unir as compras realizadas pelas prefeituras à empresas locais (Foto: Portal Infonet)

Com a finalidade de conscientizar os pregoeiros a respeito da importância da gestão dos recursos públicos, o Sebrae realizou um encontro nesta quarta-feira, 17, em seu auditório, para capacitar os agentes sobre a importância das contratações públicas. Na ocasião, houve uma palestra de um representante do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que orientou à categoria no que diz respeito à participação dos pequenos negócios nas licitações.

O analista do Sebrae, Paulo Afonso Marques, afirma que o encontro buscou unir as compras realizadas pelas prefeituras à empresas locais. “O que nós pregamos é que as prefeituras devem dar preferência às compras feitas no próprio município. Porque agindo assim certamente a economia será alavancada”, informa Marques. Ainda segundo ele, não há apenas uma lei que rege o processo licitatório municipal, mas outras formatações que podem auxiliar a se fazer as compras na localidade. “O objetivo deste encontro foi buscar esse olhar diferenciado para a realização destas compras”, salienta o analista.

O coordenador de controle interno do TCE, Fábio José Silva, ressaltou a importância da categoria e destacou a representatividade do trabalho realizado por eles

O coordenador de controle interno do TCE, Fábio José Silva, ressaltou a importância da categoria e destacou a representatividade do trabalho realizado por eles. “Eles desempenham um trabalho fundamental. Qualquer irregularidade exercida pelos pregoeiros pode comprometer as contas do município”, conta. Fábio José salienta ainda que uma ação coerente da categoria exerce um grande impacto na gestão municipal como um todo. “Os pregoeiros são a porta de entrada do dinheiro público”, afirma.

por João Paulo Schneider  e Aisla Vasconcelos

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