Sergipe registra 2º menor custo da construção civil

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O custo geral sergipano é de R$ 928,81

Os seis Estados brasileiros com menor custo de mão de obra para construção civil no Brasil são nordestinos. E Sergipe tem o segundo valor médio mais barato do país: R$ 427,23 por metro quadrado.

No segundo componente da pesquisa (material de construção), Sergipe registra o terceiro menor preço nacional: R$ 501,58. Dessa forma, o custo geral sergipano, que inclui mão de obra e material, é de R$ 928,81. Em outras palavras, o custo geral é o segundo menor do país e semelhante ao da Região (R$ 972,25).

Os Estados da Bahia (2,31%) e de Sergipe (2,03%) registraram as maiores variações mensais de custo do país, na passagem de abril para maio.

Os gastos com construção civil no Nordeste cresceram 0,78% em maio em relação ao mês anterior.  Em 12 meses, a taxa acumulada na Região é de 4,9%. Tanto a mão de obra quanto a compra de materiais no Nordeste são os mais baratos do Brasil. Os nove Estados da Região mais Minas Gerais e Espírito Santo (área de atuação do Banco do Nordeste) figuram entre os 12 com os menores índices no país.

A média nacional do custo da construção civil em maio é R$ 1.042. O valor é 0,3% maior do que o de abril e representa 4,52% a mais do que no mesmo mês de 2016. Os dados são do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), do IBGE, e o recorte regional é do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste. O estudo está disponível em www.bnb.gov.br/diario-economico-2017.

A pesquisa indica que a relativa apatia nas expectativas captadas no mês de maio reflete, em grande medida, o desempenho da indústria da construção no mês de abril.

Fundo Constitucional

O Banco do Nordeste é o operador do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). Uma das linhas de crédito do fundo para micro e pequenas empresas da Região é o FNE MPE, para reforma, implantação, expansão, modernização e relocalização de empreendimentos. O recurso tem taxas de juros de 8,55% ao ano, bônus de adimplência de 15%, prazos de pagamento de até 12 anos, incluídos até quatro anos de carência, e pode ser acessado pelos setores industrial, agroindustrial, comercial, de turismo e de prestação de serviços.

Fonte: BNB

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