Setur e trade turístico se reúnem com comerciantes

(Foto: Ascom Setur/Emsetur)

Diante das solicitações dos comerciantes dos Mercados Thales Ferraz e Antônio Franco em relação à movimentação turística naquele local, a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e a Empresa Sergipana de Turismo (Emsetur) promoveram uma reunião na tarde da última quarta-feira, 15, para que os comerciantes e o trade turístico (agências, operadoras de viagens e guias turísticos) cheguem a um consenso em relação ao tempo de parada dos city tours nos mercados municipais.

O secretário de Turismo Elber Batalha, depois de conversar com a Federação Nacional dos Guias de Turismo (Fenagtur), acredita que este tempo escasso na parada aos mercados seja derivada pelo crescimento dos atrativos turísticos da capital sergipana. "O tempo é curto e o city tour de apenas um dia acaba não dando tempo do turista aproveitar melhor os espaços dos mercados. Isso aponta o crescimento em nossas opções turísticas em Aracaju", disse o secretário, acrescentando que os mercados centrais de Aracaju têm uma beleza única.

Os representantes do Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur) e dos Guias de Turismo (Singtur) informaram que existem vários tipos de passeios pela cidade, inclusive com um exclusivamente para compras. "Nós apenas indicamos os pacotes, não somos nós que determinamos para onde eles irão. Os clientes e turistas têm a opção de escolha e o passeio pelos mercados está em praticamente todas as opções de city tour por Aracaju", disseram.

Em contrapartida, os comerciantes dos mercados alegam que a reclamação da falta de tempo para compras foi derivada dos próprios turistas. "Eles dizem que existem uma ‘pressão' em relação ao tempo destinado a visita aos mercados. Com o tempo cronometrado não conseguem fazer o que querem".

Diante do impasse, o secretário Elber Batalha informou que a Setur e Emsetur contribuirão com a discussão nos sentido de disponibilizarem material publicitário para agências, operadoras, hotéis e pousadas com a opção do city tour de compras, onde os turistas teriam mais tempo para apreciar e consumir a culinária e o artesanato produzidos no estado, tanto nos mercados municipais, como nos Centro de Artesanato de Aracaju e na Passarela do Artesão, na Orla de Atalaia.

Fonte: Assessoria de Comunicação e Imprensa Setur e Emsetur

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