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(Foto: Ascom Setur) |
Em uma reunião que aconteceu na Secretaria de Estado do Turismo, os representantes do Sindicato dos Guias de Turismo e das agências de receptivo de Sergipe, reuniram-se com o secretário de Estado do Turismo, Elber Batalha, para discutirem uma forma de fomentar e incrementar a visitação do turista que ao Museu de Arqueologia de Xingó (MAX), que é mantido pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e foi criado após de achados feitos durante a construção da Usina Hidrelétrica de Xingó, na década de 80.
Para Elber Batalha a reunião foi de extrema importância por se tratar de um grande produto turístico de Sergipe. “A UFS, na gestão do reitor Ângelo Antoniolli, tem investido no MAX, e nós conseguimos com a Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) a transferência da propriedade do museu para a universidade, o que vai possibilitar os investimentos”, comentou o secretário Elber Batalha, sobre o projeto da UFS em ampliar e modernizar o MAX. “O museu é um grande atrativo turístico que a região tem, mas necessitamos que a visitação do turista seja incentivada como uma forma de renda suplementar para o sustento do museu, e sobretudo, porque é um belo atrativo e com certeza tornará ainda mais rica a ida à Rota do Sertão Sergipano”, concluiu.
Um dos assuntos colocados em pauta foi a parada dos guias turísticos no museu durante o trajeto até Xingó. Para Railda Nascimento, coordenadora de exposição do museu, é importante que exista esse momento onde o turista conheça o MAX, mesmo que o tempo de passeio seja curto. “É um museu pequeno, mas moderno. Todos os turistas gostam de conhecê-lo”, disse. “O MAX é interessante do ponto de vista da educação patrimonial, além do ponto de vista turístico, e por isso não há como negar a existência dele”, pontuou a coordenadora.
Como representante e presidente do sindicato dos guias de turismo, Genibaldo Chagas afirmou que é importante que os guias estejam por dentro do assunto, pois serão eles os responsáveis pela movimentação turística do museu nas visitações. “Se não houver uma indicação dos guias turísticos para essa visitação, o museu não será percebido”, diz. “Quando eu conheci o museu, fui surpreendido pela grandeza daquele espaço, tanto no quesito arqueológico, quanto na organização do local”, comentou.
Ao final da reunião, outro encontro foi marcado a fim de reunir todos os guias de turismo do estado, onde possivelmente ocorrerá uma discussão acerca do assunto com o intuito de avanço no serviço prestado.
Museu de Arqueologia de Xingó (MAX)
Situado em Canindé de São Francisco, foi inaugurado em 2000 com o objetivo de abrigar os resultados da pesquisa arqueológica desenvolvida no baixo São Francisco, e disponibilizá-la para a sociedade. O acervo de cerca de 55 mil peças é constituído por artefatos líricos, pinturas rupestres, cerâmicas, maquetes, que representam a vida e o contexto pré-histórico da região. Um relatório atual do fluxo de visitantes feito no período de janeiro a dezembro de 2012 aponta que 21.461 pessoas visitaram o museu, número inferior ao ano 2011.
Fonte: Setur
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