Sistema de Compensação de Energia pode reduzir custos

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Novas regras da resolução estabelecem sistema de energia (Foto: Arquivo Infonet)

A Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) vislumbra um novo contexto em relação ao consumo de energia pelas indústrias, visto que no instante em que o país enfrenta uma forte crise a Agência Nacional de Energia Elétrica divulgou a entrada em vigor, no dia 1º de Março, das novas regras da resolução Normativa nº 482/2012 que estabelece o Sistema de Compensação de Energia Elétrica.

De acordo com a Resolução é permitido que o consumidor instale pequenos geradores, como painéis solares fotovoltaicos e microturbinas eólicas, entre outras fontes renováveis. Sendo assim é possível converter a energia armazenada e não utilizada, com a distribuidora a fim de reduzir o valor da sua fatura de energia elétrica.

O Coordenador do Gabinete de Defesas de Interesses, Luís Paulo, da FIES observa a entrada em vigor da norma com grandes expectativas uma vez que trará benefícios para o setor industrial, “O benefício maior para as indústrias é o abatimento na sua fatura de energia, dado que aquela parcela da energia não consumida por elas e que são provenientes de produção própria, como energia da biomassa ou de outra fonte alternativa como a solar ou eólica, poderão ser trocados com a distribuidora, a fim de reduzir o custo da fatura”.

Nos últimos anos as adesões ao modelo de geração distribuída foram crescentes, tendo iniciado suas instalações em 2012. Segundo os dados divulgados pela ANEEL entre 2014 e 2016 os registros foram progressivos passando de 424 para 1930 conexões. Com a entrada em vigor da norma, a expectativa é que até 2024 mais de 1.2 milhões de consumidores passem a produzir sua própria energia.

Ouvido pela reportagem, Luiz Carlos Barreto, representante da Insole, empresa que atua na área, destacou que “o fortalecimento da imagem como uma empresa inovadora e sustentável, a redução na conta de energia elétrica, a valorização do imóvel e a geração da própria energia por mais de 25 anos, são algumas das vantagens quando o assunto é produção própria de energia”.

Fonte: UNICOM/FIES

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