Utilização da Capacidade de Operação chega aos 78% em SE

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(Foto ilustrativa/Arquivo Portal Infonet)

A Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) divulgou a Sondagem Industrial e a Sondagem Indústria da Construção do mês de janeiro de 2016. As pesquisas foram criadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o objetivo de conhecer tendências e expectativas dos empresários do setor industrial. Os indicadores apresentados nas pesquisas variam no intervalo de 0 a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam evolução positiva ou otimismo, já os valores abaixo desta linha divisória, apontam evolução negativa ou pessimismo.

De acordo com os dados da Sondagem Industrial, os empresários sergipanos continuam confiantes no crescimento das exportações, uma vez que o indicador Quantidade Exportada somou 52,5 pontos, indicando confiança e expectativa de crescimento da demanda externa.

As expectativas dos empresários sergipanos para os próximos seis meses estão melhores que as do mês anterior, entretanto os indicadores Demanda por produtos (48,0); Número de empregados (44,9); e Compras de matéria-prima (46,7) permanecem abaixo da linha dos 50 pontos, indicando pessimismo dos empresários.

A Sondagem Indústria da Construção, mostrou que o ano de 2016 iniciou-se com redução do Nível de atividade, que somou 44,1 pontos, mostrando uma redução de 2,6 pontos, na comparação com o mês de dezembro de 2015. Porém houve crescimento do indicador do número de empregados, que ficou com 44,7 pontos, 2,9 pontos acima do registrado no mês anterior. A Utilização da Capacidade de Operação (UCO) das empresas sergipanas foi de 78%, acima do usual para o mês e bem acima dos resultados apresentados pelo Brasil (56%) e pelo Nordeste (55%).

Análise do ICEI

Índice de Confiança do Empresário Industrial, do mês de fevereiro de 2016, mostrou que os empresários sergipanos estão confiantes e otimistas em relação ao futuro das suas empresas, com o indicador de expectativas (para os próximos seis meses) ficando na linha dos 50 pontos. Entretanto, de maneira geral houve redução da confiança dos empresários em relação às condições atuais e às expectativas futuras.

Fonte: UNICOM/FIES

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