Ciclo de debates abordará a população negra no Brasil nesta terça

Encontros irão conceder certificação de 10 horas. (Foto: Ascom/Seduc)

O Arquivo Público do Estado de Sergipe, vinculado à Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura (Seduc), continua com o ciclo de debates para celebrar o Bicentenário da Independência do Brasil. Nesta terça-feira, 24, às 10, no YouTube Educação Sergipe, o terceiro encontro irá abordar “A população negra no Brasil “independente”, com a palestra do professor Flávio Nascimento, doutorando em História Social pela Universidade Federal Fluminense (UFF). A mediação ficará por conta da professora doutora Adriane Álvaro Damascena, chefe do Serviço de Projetos Escolares em Direitos Humanos (Sepedh/Dase).

Tendo como público-alvo estudantes, professores, pesquisadores e profissionais das Ciências Humanas e Sociais e demais interessados, os encontros irão conceder certificação de 10 horas. As inscrições podem ser feitas no Ambiente Virtual de Aprendizagem da Seduc (AVA) no endereço: capacitação.seduc.ce.gov.br.

Ao todo, cinco encontros virtuais irão compor a programação em alusão aos 200 anos da Independência do Brasil. O propósito do evento é refletir sobre o processo histórico, social, político e cultural da Independência do Brasil, os seus 200 anos, as rupturas e continuidades desse processo, a participação dos grupos sociais que compõem o território brasileiro e, não menos importante, a imprescindibilidade dos acervos arquivísticos públicos como interlocutor da garantia não somente de contribuir com a administração pública e na defesa de direitos, mas, também, na história, memória e cultura de uma nação.

A  diretora do Arquivo Público de Sergipe, professora Sayonara Rodrigues, reforça que o principal objetivo do ciclo de debates sobre o Bicentenário “é proporcionar uma reflexão que vai além do que a história “tradicional” cristalizou no imaginário dos fatos e personagens que compõem o cenário da Independência do Brasil, mostrando como os acervos históricos presentes nos arquivos podem auxiliar na construção crítica do nosso processo de cidadania”, declarou.

No dia 21 de junho, o Apes dá prosseguimento ao evento com o debate sobre o “Passado, presente e futuro dos arquivos nos 200 anos da administração pública brasileira: preservação e acesso à informação”. A programação será concluída no dia 6 de setembro com a palestra da professora doutora Lilia Moritz Schwarcz (USP), historiadora e antropóloga. O ciclo de debates teve início no dia 30 de março, com a palestra “O protagonismo feminino no Brasil “independente” – A contribuição de Beatriz Góis Dantas para a história de Sergipe”, sob a condução da professora doutora Marluce Lopes (UFS). No dia 26 de abril foi a vez de debater sobre “Os povos indígenas no Brasil ´independente´”: genocídio e (re)existência, tendo como palestrante o professor Ivanilson Martins (Povo Xokó-Mestrando UFAL).

Fonte: Ascom/Seduc

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