Professores de São Domingos cobram salário atrasado e kit alimentos

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Professores fizeram um ato no dia 30 de junho (Foto: Sintese)

Professores da rede municipal cobram da Prefeitura de São Domingos o pagamento da quinta e última parcela do salário de dezembro, que deveria ter sido paga em abril. Os professores cobram também a entrega de kits de alimentação para os estudantes da rede municipal.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), além do atraso no pagamento do parcelamento, desde 2018 que não há revisão do piso do magistério.

“O salário de dezembro foi parcelado pelo atual prefeito em cinco parcelas. As quatros parcelas foram pagas, mas a última ainda está em aberto. A Prefeitura nos disse que até o dia 10 vai quitar essa parcela. Em relação ao piso do magistério, estamos tendo reuniões e foi sinalizado a possibilidade de atualização no segundo semestre do piso de 2018. A categoria está esperançosa, mas estamos conversando ainda sobre 2018”, explica Nadja Milena Santana, vice coordenadora da Subsede Agreste do Sintese.

Outra reivindicação dos professores é a entrega dos kits de alimentos para os alunos da rede municipal de São Domingos. “ Esse ano os alunos ainda não receberam nenhum alimento e a informação é que houve problemas no processo licitatório, mas está sendo finalizado para aquisição dos kits”, conta.

Prefeitura

A Prefeitura de São Domingos informou que a última parcela do pagamento do salário de dezembro será quitada até o dia 10 de julho, e afirmou que assim como as outras parcelas, esta última será paga dentro do prazo pactuado.

Sobre o kit de alimentos, a Prefeitura confirmou o problema no processo licitatório, mas informou que tudo já foi resolvido, e até o dia 20 de julho os 1.700 alunos matriculados na rede pública receberão os kits.

Em relação ao piso do magistério, a Prefeitura disse que o município não tem condições de fazer a atualização dos três anos, porque o valor que recebe do Fundeb não é sequer suficiente para pagar todos os professores, tendo que ser injetados mensalmente recursos próprios para quitar a folha. Mas, adiantou que o município tem conversado com  os professores e discutida a possibilidade de fazer a atualização do piso de pelo menos um ano.

Por Karla Pinheiro

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