Programa de aperfeiçoamento de inglês tem inscrições até 16 de abril

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As vagas são destinadas a professores que lecionam inglês em turmas de ensino médio das redes estadual e municipais. (Foto: Eugênio Barreto/SEDUC)

A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e da Cultura, juntamente com o Departamento de Estado dos Estados Unidos, informa que continuam abertas as inscrições para o processo seletivo do Programa de Aperfeiçoamento para professores de língua inglesa (Fulbright).  As vagas são destinadas a professores que lecionam inglês em turmas de ensino médio das redes estadual e municipais, para um intercâmbio de cinco meses em Washington, nos Estados Unidos, a ocorrer em 2022.

Os professores que desejam participar da seleção devem se inscrever no site do Fulbright Dai, preencher o application form, um formulário online e em inglês, informando dados pessoais e histórico profissional e, em seguida, enviar para o email da Secretaria de Estado da Educação de Sergipe: seades.dase@gmail.com

A primeira fase do programa acontece através das secretarias de estado da Educação, para a pré-seleção de quatro professores. Os professores pré-selecionados enviam para a comissão estadual na Seduc um projeto elaborado ou que esteja em curso, sendo avaliado e direcionado para comissão nacional Fulbright e Consed. Nessa fase, os professores escolhidos através de entrevistas por videoconferência ou telefone, deverão obter nota igual ou superior a 500 pontos no TOEFL ITP, que se refere a um texto de proficiência de inglês.

De acordo com Nádia Cardoso, coordenadora estadual Programa Fulbright, todo o processo foi pensado na segurança dos envolvidos, por conta da pandemia da covid 19. O Programa de Aperfeiçoamento para Língua Inglesa definiu como data propícia para o intercâmbio o ano de 2022, acontecendo entre agosto e dezembro.

“Sergipe está avançando cada vez mais, como outros estados do Brasil, para internacionalização do ensino público. Hoje não cabe mais dentro do mundo global, não ter pelo menos domínio de duas línguas, pois o mercado de trabalho exige, as relações sociais exigem, e os próprios alunos e professores quando voltam de um intercâmbio, passam a ter uma visão mais ampla da própria cidadania e da sua responsabilidade social, de tornar o espaço melhor do que era antes do intercâmbio”, avalia Nádia Cardoso.

Fonte: Ascom/SEDUC

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