Promotor verifica condições de cinco escolas no Bugio

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Aragão levou o promotor Cláudio Roberto até às escolas do Bugio (Fotos: Divulgação Associação Moradores)

O promotor de Educação do Ministério Público Estadual, Cláudio Roberto Alfredo de Sousa, atendeu na manhã desta quarta-feira, 18,  a solicitação do presidente da Associação de Moradores do conjunto Bugio, José Aragão para verificar as condições precárias de cinco escolas da rede estadual na localidade. Será marcada uma audiência com representantes da Secretaria de Estado da Educação para saber quais as providências.

“O pessoal da Associação dos Moradores do Bugio pediu que o Ministério Público comparecesse pra mostrar as escolas que teriam espaço pra ampliação. Segundo eles, teria uma carência de vagas de escola no bairro e poderia ser utilizado para ampliar. A gente veio constatar in loco e vai marcar uma audiência com o pessoal da Seed para ver o que pode ser feito”, ressalta o promotor.

De acordo com o presidente da Associação de Moradores, as escolas do Bugio estão abandonadas.

Teto de PVC danificado

“Nós convidamos o promotor Cláudio Roberto e sua equipe porque as escolas da rede estadual localizadas no Bugio estão abandonadas. No Colégio Paulo Costa faltam professores e as obras da quadra estão paralisadas mais uma vez, sem contar com problemas no teto. O colégio João Bosco Andrade tem um ano e cinco meses que as obras iniciaram e pararam porque a empresa abandonou por falta de pagamento. Com isso, 800 alunos foram para a Escola Francisco Rosa ocupando lugares de outros”, lamenta Aragão.

Ele disse ainda que na Escola Lucila Morais a empresa deixou a obra pela metade. “Sem contar que faltam pedaços no teto de PVC. No Alencar Cardoso, faltam professores e funcionários. A educação na nossa comunidade não existe e ao invés de levar as fotos para o MPE convidei o Dr. Cláudio com sua equipe para verificar in loco as péssimas condições”, enfatiza.

Abandono é visível

Diretora do Paulo Costa, acompanha a equipe do Ministério Público Estadual

O Portal Infonet  tentou ouvir a assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Educação sobre os problemas nas escolas do conjunto Bugio, mas os responsáveis não atenderam às ligações. O Portal continua a disposição pelo telefone 2106-8000 ou pelo e-mail jornalismo@infonet.com.br.

Por Aldaci de Souza

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