Reunião técnica para tutores do Formação pela Escola

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(Foto: Ascom Seed)

Tutores dos municípios que aderiram ao Programa Formação pela Escola e que de forma ativa desenvolvem um projeto político educativo de um curso na modalidade a distância, acompanhando-o e avaliando-o em todas as suas dimensões, participaram na última quinta-feira, 8, da 1ª Reunião Técnica do Formação pela Escola. O evento aconteceu na Sala 5, do Centro de Qualificação de Pessoal Professor Antonio Garcia Filho – CQP, em Aracaju.

Nesse primeiro encontro, os participantes receberam informações sobre a avaliação de desempenho do exercício 2011 do programa Formação pela Escola, diretrizes, metas e planejamento para execução do programa em 2012, da criação da plataforma e-FNDE e SiGPC (Sistema de Gestão de Prestação de Contas) que está sendo concebida de forma gradativa. A implantação dos dois sistemas ocorrerá progressivamente ainda este ano.

A coordenadora estadual do Formação pela Escola, Márcia Ferreira Santiago Feitosa, explicou que participar é integrar uma rede de cidadãos que têm importante papel na gestão, monitoramento e no controle social dos recursos públicos destinados à educação. "Precisamos estar convictos de que ao final de cada módulo, o cursista exercerá o direito de contribuir ainda mais no cotidiano da comunidade em que está inserido por meio da atuação nas ações e programas do governo federal, assegurando uma melhor aplicação desses recursos", afirmou.

Márcia Ferreira acrescentou que o trabalho realizado pelos tutores, sob o ponto de vista de um agente formador, é de suma importância nesse processo. Ela disse ainda que os pressupostos filosóficos e pedagógicos que orientam a estrutura dos cursos oferecidos (Competências Básicas, Controle Social, PDDE, Fundeb, Pnae, PTE e PLi) embasam, na prática, o tutor, que é peça-chave no processo ensino-aprendizagem.

Segundo Diana Freire, que atua como multiplicadora, "todo conhecimento repassado através dos módulos tem como objetivo principal o conhecimento significativo e real dos recursos financeiros destinados à educação".
Na sequência da programação, as técnicas do programa socializaram a agenda de trabalho, explanando sobre estratégias pedagógicas que podem ser utilizadas na condução das atividades propostas nos módulos durante os encontros presenciais da segunda vinculação/2012.

Para a multiplicadora formadora do Formação pela Escola, Paula Patrícia Oliveira, "acompanhar o trabalho dos tutores é primordial para o êxito do programa, pois como ele é ministrado a distância, é importante subsidiar os tutores para estabelecer um vínculo de afetividade segura com os cursistas, aliando estratégias dinamizadoras que estimulem o compromisso com a valoração dos conteúdos, a fim de que possam orientar seus cursistas de forma dinâmica e eficaz". Segundo ela, não adianta apenas ministrar o curso. "É importante sentir e ver se o que foi aprendido nos módulos está sendo aplicado pela comunidade escolar".

Para finalizar, os tutores teceram considerações a respeito da reunião técnica e de suas vivências no Formação pela Escola. "Precisamos contagiar a sociedade sergipana para que efetivemos o controle social capaz de assegurar a melhor aplicação dos recursos destinados à educação", afirma a tutora do município de Nossa Senhora do Socorro, Geise da Paixão Santos.

Na opinião do tutor de Simão Dias, Edmilton Santana Santos, o Formação pela Escola é, incondicionalmente, uma das maneiras para exercer a cidadania.

Sergipe no Formação pela Escola

O Formação pela Escola constitui-se num Programa Nacional de Formação Continuada, com carga horária a distância e presencial monitorada através de um ambiente virtual – plataforma moodle – e destinado a agentes, parceiros, operadores e conselheiros envolvidos com a execução, acompanhamento e avaliação de ações e programas no âmbito do FNDE.

Desde 2008, o estado de Sergipe desenvolve ações do programa em parceria com 55 municípios e realiza encontros presenciais dos cursos em cumprimento ao estabelecido no Projeto Base.

Desafio

O desafio do Formação pela Escola é elevar o nível de desempenho quanto à utilização dos recursos públicos e contribuir efetivamente para a melhoria da qualidade do ensino, capacitando em 100% os profissionais envolvidos direta e indiretamente no processo educativo, de execução, acompanhamento, avaliação, prestação de contas e controle social dos recursos financeiros destinados à execução do programa.

Fonte: Ascom Seed

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