![]() |
(Foto: Ascom) |
Dessa vez, o Encontro Brasileiro de Patologistas de Organismos Aquáticos (ENBRAPOA), que já percorre o país há mais de vinte anos, irá acontecer em Aracaju, de 15 a 18 de setembro, na Universidade Tiradentes (Unit), campus Farolândia. Voltado para profissionais, pesquisadores, professores, estudantes da área, a 13ª edição do evento abre espaço para expositores e empresários também discutirem a respeito do cenário de patologistas e organismos aquáticos.
De acordo com o presidente da comissão organizadora do ENBRAPOA, biólogo e doutor em parasitologia, Rubens Madi, o evento que é realizado de dois em dois anos, tenta, cada vez mais, envolver temáticas com viés conservacionista. Por isso, ele atribui importância de a Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA) se fazer presente, diante de suas atividades voltadas para a conservação dos mamíferos aquáticos e seus habitats, visando a sustentabilidade socioambiental.
“O Encontro é criado para discutir patologia e beneficia aqueles que acreditam na pesquisa como sendo uma base importante para o desenvolvimento regional e nacional. Com a evolução das pesquisas, nesses 26 anos, que somam as 13 edições de evento, pesquisadores começaram a enxergar os organismos selvagens. Com isso, veio a necessidade de somar a característica de conservação ao evento, ampliando o olhar dos pesquisadores”, considera Madi.
Nos últimos anos, Aracaju vem demonstrando importantes iniciativas no âmbito de práticas investigativas, com investimentos na área de pesquisa. Assim, ao aportar o XIII ENBRAPOA na capital sergipana, a Associação Brasileira de Patologistas de Organismos Aquáticos (ABRAPOA) possibilita mais que troca de conhecimentos entre os interessados.
Com palestras, mesas redondas, conferências e minicursos, os debates ampliam as possibilidades, promovendo intercâmbio entre os pesquisadores, estudantes, profissionais e amantes da área de todo o Brasil e de outros países como Argentina, República Tcheca, Portugal, Uruguai e outros.
Para a diretora vice-presidente da FMA, Jociery Vergara-Parente, a Fundação também tem como meta a produção e difusão de conhecimento técnico e científico. “Além de apoiar e desenvolver pesquisas científicas, fomentando a formação de profissionais na área de conservação marinha, a FMA mantém convênios com instituições de ensino superior em todo o Brasil”, informa, lembrando que são cerca de 90 trabalhos científicos publicados com a participação da Fundação Mamíferos Aquáticos.
Até o momento, a comissão organizadora do evento já conta com cerca de 290 trabalhos submetidos, todos voltados para o tema: “Sanidade, ambiente e conservação de organismos aquáticos”. Segundo Madi, o momento amplia e aprofunda a discussão a respeito da ação causada pelo homem que modifica o ambiente e leva ao que os estudiosos chamam de estresse ambiental ou o inverso.
A Fundação Mamíferos Aquáticos (FMA) é patrocinadora do XII ENBRAPOA. Criada em 30 de novembro de 1989, a FMA é uma organização privada de fins não econômicos, que tem como missão promover a conservação dos mamíferos aquáticos e seus habitats em busca do equilíbrio ambiental. Com atuação nacional, a FMA completa 25 anos em novembro como uma reconhecida instituição de pesquisa, defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável.
Para informações a respeito do ENBRAPOA, acesse o site.
Fonte: Assessoria de Imprensa
Portal Infonet no WhatsApp
Receba no celular notícias de Sergipe
Acesse o link abaixo, ou escanei o QRCODE, para ter acesso a variados conteúdos.
https://whatsapp.com/channel/
0029Va6S7EtDJ6H43
FcFzQ0B