Seminário debate enfrentamento da violência nas escolas

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Encontro discutiu sobre a Cidadania e Paz nas escolas (Fotos: Portal Infonet)

Aracaju sediou nesta quarta-feira, 13, no Teatro Atheneu, o III Seminário em Educação – Cidadania e Paz nas Escolas. O encontro foi direcionado a professores, diretores, coordenadores pedagógicos e operadores da segurança pública e teve como objetivo discutir as ações para o enfrentamento da violência nas escolas. 

De acordo com a coordenadora do Programa Cidadania e Paz nas Escolas, Thirza Mangueira Teixeira, ações já estão sendo realizados pela Secretaria de Estado da Educação (SEED).

“Estou assumindo agora o programa tem dois meses e estamos dando andamento as ações que estavam previstas para acontecer e reformulando o planejamento de 2015 para a gente atuar melhor na escola. Estamos atuando com ações de prevenção atuando com palestras, oficinas aos com alunos, professores e equipe diretiva. A proposta é munir os servidores de informação a cerca de como atuar na proteção e no enfrentamento a violência de uma forma diferenciada para que eles possam ter um leque de opções para atuar nessa frente”.

Thirza Mangueira é a coordenadora do Programa Cidadania e Paz nas Escolas 

Fábio Costa do Programa Desarme-se diz que intenção é unir ações 

O coordenador do Programa Desarme, Fábio Costa, destacou a importância do encontro. “A importância é identificar o fator da violência e enfrentá-la no ambiente educacional, tendo em vista o aumento da criminalidade em torno dessas escolas. Um outro momento e a SSP está sensível a isso é trabalhar as polícias reativas e principalmente as ações de prevenção da SSP pelo Proerd [Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência] Acorde e o desarmamento em parceria com ações de prevenção da SEED a exemplo do Mais Educação e Cidadania e Paz.

Ainda no entendimento de Fábio Costa, a escola está sendo obrigada a fazer o papel dos pais. “É fato, os valores familiares estão sendo invertidos e a escola não é para doutrinar enquanto berço familiar, pois quem deve fazer isso é o pai e a mãe. A escola é extensão no âmbito educacional e às vezes o pai não quer assumir a responsabilidade enquanto genitor e imputa a responsabilidade a escola ou a segurança pública e infelizmente quando isso acontece não é bem interpretada pela sociedade em geral”, informa.

Por Aisla Vasconcelos

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