UFS inicia novo período letivo sem funcionamento do restaurante

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Segundo o diretor do Resun, Airto Batista, a licitação já foi liberada e após o prazo de recurso a nova empresa será contratada (Foto: Arquivo Portal Infonet)

A Universidade Federal de Sergipe (UFS) iniciou o período 2019.1 nesta segunda-feira, 29, mas o restaurante universitário (resun) da Instituição está parado. O ambiente passou por uma reforma durante o período de recesso acadêmico, mas só voltará a funcionar após a contratação de uma nova empresa que fará a produção interna da alimentação, como explica o diretor do restaurante, Airto Batista.

“Somente a parte fria era feita no restaurante, como saladas e sucos, mas a parte quente vinha transportada por caminhão e resolvemos sair desse processo, sendo preciso fazer a adaptação da cozinha para melhorar a qualidade e até mesmo dos custos”, afirma. Segundo o diretor, atualmente a alimentação individual custa R$12,37, de modo que o estudante paga R$1,00 e a Universidade assume o restante do valor, que tende a diminuir após o início da produção interna.

A estudante Maria Gabriela explica que uma das principais consequências da falta do resun é o aumento nos gastos com alimentação (Foto: Maria Gabriela)

A notícia da suspensão das atividades do restaurante preocupa aqueles que frequentam o local para realizar as principais refeições do dia, como é o caso da estudante Maria Gabriela. “Informaram que a reforma seria de 40 dias, mas agora as aulas voltaram e recebemos a notícia de que o restaurante não ia funcionar. Todo mundo depende do resun e sem isso temos gastos que às vezes nem podemos arcar”, afirma ela.

Ainda de acordo com Airto, os estudantes que recebem auxílio alimentação devem procurar a Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proest), que é o setor responsável pela ‘Isenção resun’. Em relação ao andamento da contratação da nova empresa, o diretor afirma que o Tribunal de Contas já liberou a licitação e após o período de recurso, que é de oito dias, a nova empresa será chamada para assinar a Ordem de Serviço.

Por Juliana Melo e Raquel Almeida

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