UFS: sem salário, vigilantes impedem entrada de veículos

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Vigilantes dizem que greve é por tempo indeterminado (Fotos: Portal Infonet)

Ainda em estado de greve, os mais de 150 vigilantes que atuam na Universidade Federal de Sergipe (UFS) bloquearam mais uma vez a entrada da universidade em protesto pela falta de salários. Sem acordo, a categoria diz que manterá a greve por tempo indeterminado. Com a greve, carros da Polícia Federal foram vistos na universidade.

Na manhã desta sexta-feira, carros ficaram estacionados na via no entrono da universidade. Alunos, professores e funcionários reclamaram e alegam não ter culpa do episódio envolvendo a instituição e os vigilantes.

O representante do Sindicato dos Vigilantes de Sergipe (Sindivigilante), Hélio Rocha, garante que a categoria continuará mobilizada até que os salários sejam pagos. “Nós decidimos manter a paralisação porque nada ainda foi pago”, diz o presidente.

Armas

As armas dos vigilantes foram recolhidas pela administração da Universidade. A medida não agradou os manifestantes. “Nós não vamos aceitar esse tipo de atitude. A empresa Rima, que prometeu se reunir conosco e não apareceu, não se manifesta”, alega.
Os vigilantes exigem o pagamento dos salários, vale-alimentação e vale-transporte atrasados. Eles alegam também que o curso de reciclagem dos vigilantes, volte a ser realizado.

Veículos ficaram impossibilitados de entrar na UFS

Josias Pereira mostra o contracheque do mês de Dezembro de 2014, quando recebeu o último salário. “Nós estamos sem salários e só recebemos uma quantia referente a férias. As contas estão atrasadas e nós não temos previsão de receber o salário”, reclama.

UFS 

O superintendente de Infraestrutura da UFS, Antônio Américo Cardoso, informou que não daria informações por telefone e solicitou um o envio de um email comos questionamentos. Na tarde de ontem,27, a Infonet encaminhou e-mail para o departamento de Infraestruturam, mas até o fechamento da matéria nenhuma resposta foi encaminhada. O Portal Infonet aguará uma nova resposta por meio do jornalismo@infonet.com.br ou (079) 21068000.

Por Eliene Andrade

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