Batistão 50 anos: solenidade homenageia atletas do jogo inaugural

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Belivaldo Chagas entrega medalha comemorativa a Edmilson Santos (fotos: Igor Matheus/ Portal Infonet)

Na segunda parte das comemorações pelos 50 anos do Batistão na noite desta terça-feira, 9, uma solenidade realizada no próprio estádio homenageou os jogadores sergipanos que participaram da partida inaugural da praça de esportes no dia 9 de julho de 1969. Nesta data, a Seleção de Sergipe foi derrotada por 8 a 2 pela Seleção Brasileira de Pelé, Gérson e Jairzinho – time que seria campeão da Copa de 1970.

Foram homenageados com medalhas comemorativas o goleiro Augusto, o zagueiro Gecélio, o lateral direito Zé Américo, o lateral esquerdo Zé Arlindo, o também lateral esquerdo Joel, o meia Zé Pequeno e os atacantes Edmilson Santos, Fernando Oliveira e Valmir. Um dos homenageados, o ex-jogador Gecélio, atuou como zagueiro no dia da inauguração do Batistão e destacou que o evento histórico reuniu vários momentos memoráveis.

O ex-jogador Gecélio, zagueiro da Seleção de Sergipe no dia da inauguração do Batistão

“O primeiro grande momento foi poder abraçar cada um dos jogadores daquela seleção que era tida como a melhor do mundo. Depois, foi ver o estádio completamente cheio, tão cheio que dava até uma tremedeira ao entrar em campo. E o terceiro grande momento foi quando o técnico do meu time veio conversar comigo para dizer que eu teria que marcar Jairzinho, um dos grandes jogadores da seleção”, disse.

Batistão terceirizado
As homenagens foram conduzidas pelo governador Belivaldo Chagas, que destacou a importância do Batistão e mencionou a intenção de criar arenas para a juventude. “Há um projeto que devemos lançar de criar arenas esportivas pelo estado de Sergipe, pequenos campos nos povoados, a exemplo do que se faz No Ceará. Não tenho problema em copiar o que está dando certo”. Chagas afirmou ainda que não descarta a possibilidade de terceirizar a administração do Batistão.

“Há essa possibilidade. O que queremos é que ele funcione, e ele pode funcionar melhor ainda de forma terceirizada. Nosso estado precisa tirar um pouco as coisas das costas para investir mais em educação, saúde e segurança. Claro que o esporte é importante, mas ao terceirizar, vamos facilitar, e queremos com isso que o estádio funcione em sua plenitude”.

Por Igor Matheus

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