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(Foto: Acervo Pessoal) |
Morreu no último fim de semana o mestre de capoeira Heraldo Beija-Flor, um dos baluartes da arte marcial em Sergipe. Vitimado por um infarto, Beija-Flor foi sepultado na tarde desta quarta-feira, 21, no cemitério São João Batista, em Aracaju. O professor tinha 47 anos, não possuía filhos e morava com uma irmã.
Aracajuano, Heraldo Beija-Flor dedicou a maior parte de sua vida ao ensino de capoeira para pessoas com necessidades especiais – uma iniciativa motivada pela situação de sua própria irmã mais velha, ela mesma portadora de tais necessidades. Para Gilfranck Prado, mestre de capoeira e vice-presidente da Federação Sergipana da modalidade, a morte de Beija-flor representa uma enorme perda para o esporte local.
“Ele era um grande conhecedor da arte marcial e desbravou os ensinamentos para pessoas especiais, algo que ele divulgou por todo o Brasil. Foi assim que ele mostrou que a capoeira era um grande instrumento para trabalhar a deficiência. Sua morte é uma perda muito grande para a nossa capoeira”.
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