Confiança é bicampeão sergipano

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Téo comemora primeiro gol do Confiança

Diante de um cheio e animado Batistão, o Confiança venceu o Sergipe por 2 a 0 e consagrou-se bicampeão estadual. Téo e Zé Paulo marcaram, mas o destaque da noite vai para o torcedor, seja ele azul ou vermelho, que lotou o estádio e deu ares de espetáculo ao último jogo do Campeonato Sergipano 2009. Mas quem teve direito a festa completa foi a torcida proletária.

Veja como a torcida comemorou o título

Mesmo com a vantagem de jogar pelo empate, o técnico Quintino Barbosa não concentrou sua equipe na defesa e os colorados procuravam jogar de forma bastante ofensiva. Mas era o Confiança que mantinha maior posse de bola e colocava mais perigo à área adversária.

Torcida azulina fez a festa…
Com mais chances de gol, o Dragão arrancava gritos desesperados dos torcedores quando a bola tinha tudo para balançar a rede, mas não entrava. Foi assim, por exemplo, no lance em que Fabiano, de escanteio, mandou para Baggio, que cabeceou pra fora do gol.

A torcida tanto pediu que aos 23 minutos do primeiro tempo o grito de gol saiu graças a Téo, um dos jogadores mais criticados pela torcida e imprensa durante o Sergipão pelo seu fraco desempenho no estadual. No bate e rebate em frente ao goleiro Max, ele conseguiu colocar a bola no fundo do gol e abrir o placar.

…já os colorados saíram sem título e na bronca com o time
O primeiro do Confiança levou o massagista Nêguinho, antigo funcionário do time e apaixonado pelo Dragão, ter um principio de parada respiratória no gramado. Ele desmaiou, mas o médico do clube conseguiu reanimá-lo. “Tá no coração, não tem jeito”, disse após reabilitar-se.

No segundo tempo, o Sergipe voltou ainda mais ofensivo, buscando o gol de empate e do título a qualquer custo. Já o Confiança começou a etapa complementar todo recuado, mas logo partiu para o ataque. Assim nasceu, aos 26 minutos, o segundo gol azulino através dos pés de Zé Paulo. A torcida colorada, antes muito animada, começava a deixar cabisbaixa o estádio.

Apesar do placar de 2 a 0, Sergipe correu atrás do gol até o fim (Fotos: Carla Sousa/Portal Infonet)
Aos 49 do segundo tempo, o árbitro Paulo César apitou o fim de jogo e torcedores e jogadores explodiram de felicidade. Quando concediam entrevistas, os jogadores faziam questão de responder as críticas da diretoria do Sergipe e de parte da imprensa. “Aqui é um time de homens que honram a camisa, decidimos o campeonato dentro de campo”, disse o zagueiro Fabiano.

Gostou da arbitragem do paulista Paulo César de Oliveira? Qual a sua avaliação do jogo? Qual foi o grande nome da final? Opine através do link “Enviar Comentário”.

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Por Glauco Vinícius e Carla Sousa

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