Rodrigo Lama se prepara para conquistar vaga em SP

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Rodrigo Lama tentará vaga em equipe de São Paulo (Fotos: Portal Infonet)

Com 19 anos de idade e vários títulos conquistados, o sergipano Rodrigo Lama já se prepara para os desafios. Pensando em novos rumos, o atleta vive a expectativa de correr em uma grande equipe e em fevereiro deste ano, ele, terá a oportunidade de fazer bonito e levar o nome de Sergipe para outros estados.

“Este ano, estou com algumas propostas para correr em uma equipe de São Paulo e como todo piloto, estou fazendo a pré-temporada. Em fevereiro, vai ter um teste. A partir do dia 25 de fevereiro, vou estar lá em São Paulo fazendo esse teste. Serão dez pilotos de todo o país e vai ser uma disputa acirrada, pois quem vencer e for o melhor, fica com a vaga na equipe. Eu estou treinando para conquistar esta vaga”, explica.

Sobre a expectativa para 2013, o atleta diz que são as melhores possíveis e que já treina forte para o início dos Campeonatos pelo Brasil. “A expectativa são as melhores. Estou há mais ou menos três anos afastado do circuito brasileiro de temporada, mas estou com uma auto estima muito boa e estou doido para que chegue logo o mês de março. O primeiro Campeonato Brasileiro vai ser no Rio Grande do Sul entre 10 e 11 de abril, então, espero treinar muito e fazer bonito lá fora”, conta.

Preparativos

Treinos são fortes

Segundo Rodrigo Lama, a vida de um atleta não é fácil, é preciso disciplina e muito treino para alcançar os objetivos esperados. “Acho que a vida de um atleta é muito difícil. Quem é atleta sabe e eu não sou diferente. Eu tenho que me dedicar bastante. Os treinamentos são de segunda a sábado, faço academia, ciclismo, pedalo, malho, faço natação, tem um personal trainer que me acompanha, acho que é uma vida muito corrida e difícil”, diz.

Apesar da expectativa, o atleta lamenta que em Sergipe faltem patrocinadores para apoiar os atletas nesta modalidade. “Aqui e no nordeste está muito difícil arranjar patrocínio. Talvez eu vá tentar andar pelo estado da Bahia porque a dificuldade aqui está muito grande”, desabafa.

Por Aisla Vasconcelos

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