SEJESP não é responsável pelos ingressos do Batistão

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O problema da evasão de rendas no Batistão voltou a fazer parte do noticiário na imprensa sergipana e levou o deputado estadual Walquer Carvalho (PFL), a fazer um pronunciamento na tribuna da Assembléia Legislativa. Carvalho condena esse tipo de procedimento e diz que é uma vergonha e uma desconsideração, sobretudo para quem paga ingresso, para ter acesso aos estádios. O Secretário da Juventude e do Esporte Vovô Monteiro há muito tempo alertou sobre o problema e se posiciona claramente, ao lado do Deputado Walquer Carvalho, fazendo coro sobre o assunto, deixando bem claro no entanto, que não cabe à Secretaria da Juventude e do Esporte, nenhuma espécie de gerenciamento, sobre a arrecadação dos estádios de futebol. “Trata-se de um assunto de competência exclusiva da Federação Sergipana de Futebol – FSF e dos clubes profissionais, responsáveis pelo sistema, desde a confecção dos bilhetes, acesso dos torcedores, até a apuração final, do que foi arrecadado nas bilheterias”. Lembrou Vovô Monteiro. No entanto, o Secretário Vovô Monteiro afirmou, que a Secretaria da Juventude e do Esporte, já está em negociação com uma empresa paulista, objetivando a implantação do sistema de catracas e cartões eletrônicos no Batistão. “Com essa medida, acreditamos que esse problema da evasão de renda naquela praça de esportes, seja completamente resolvido, evitando situações de desgaste para as partes envolvidas”, completou Vovô Monteiro, lembrando mais uma vez, que a SEJESP e a administração do estádio, não têm acesso, ao sistema de confecção, distribuição e venda de ingressos. O Diretor das Praças de Esportes Ricardo Morais, condena a evasão de renda e muito embora tenha afirmado, que a questão não é competência da SEJESP, apresentou detalhes sobre a empresa, com quem a secretaria está negociando, a implantação do sistema de catracas eletrônicas. “Trata-se da IPASA – Industria Paulista de Sistema de Acesso, empresa com sede em São Paulo e filiais em Goiânia e Recife, já foi inclusive, responsável pelo sistema de acesso eletrônico do Maracanã e de grandes eventos, como o Carnaval Carioca”, revelou Ricardo Morais. A SEJESP espera a proposta para definir qual o tipo de operação a ser adotado, se o sistema de arrendamento, com instalação imediata, ou o sistema de compra dos equipamentos. O inconveniente desse sistema é que a implantação demandaria pelo menos seis meses. “E como se tem conhecimento, o problema de evasão do Batistão necessita de uma solução urgente”, concluiu Ricardo Morais.

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