Câmara aprova que PMA venda terrenos para evitar crise

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Vereador Jailton Santana acredita que a venda dos terrenos vai driblar a crise financeira (Fotos: Portal Infonet)

O projeto que dispõe sobre a autorização para a venda de 45 lotes da Prefeitura de Aracaju foi aprovado nesta quinta-feira, 13. A primeira votação aconteceu na quarta-feira, 12, e o placar conquistado em primeira discussão, de 15 votos a favor e cinco votos contra, foi mantido. Sendo que na primeira discussão, o vereador Bertulino Menezes (PSB) estava ausente, e nesta quinta quem esteve ausente foi a vereadora Lucimara Passos (PC do B), que compõe a bancada de oposição.

De acordo com o vice-presidente da Câmara Municipal de Aracaju, Jailton Santana (PSC), a aprovação foi necessária, pois existe uma realidade econômica pela qual passa o país, e essa foi uma estratégia da Prefeitura de Aracaju para garantir que haja continuidade nas obras que estão sendo executadas, e que os salários os servidores estejam assegurados. Ele garante que os parlamentares irão fiscalizar onde a verba será empregada. “A expectativa é que se arrecade o suficiente para manter algumas obras e mantendo essas obras o prefeito vai economizar recursos que garantirão o pagamento dos servidores. A prefeitura precisa de recursos em caixa para driblar a crise. Estou definindo com a assessoria uma emenda para que toda saída dessa verba da venda dos terrenos sejam publicadas no Diário do Município. Eu acredito na atual gestão”, salientou.

Vereador Lucas Aribé diz que projeto foi votado sob pressão

Para o vereador da oposição Lucas Aribé (PSB), o projeto da venda do terreno foi enviado para a Câmara Municipal de Aracaju como requerimento de urgência, para diminuir a possibilidade de debate entre os vereadores, e ser aprovado sob pressão.  Ele acredita que a crise financeira é usada como desculpa da prefeitura para venda dos terrenos. “Todos os projetos do executivo são votados em regime de urgência, tem maioria absoluta e todos os projetos são aprovados.  A justificativa de que está a prefeitura está em crise não  justifica,  pois vários cargos comissionados foram criados e onerando cada dia mais a folha do município”, ressaltou.

por Adriana Meneses

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