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Preenchimento de cédulas aconteceu na manhã desta quinta-feira, 16 (Fotos: Portal Infonet) |
Aconteceu na manhã desta quinta-feira, 2, no mini auditório do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em Sergipe, reunião para o preenchimento de cédulas para a Votação Paralela, durante o segundo turno das eleições, marcado par o próximo dia 26 de outubro.
Visando o preenchimento das cédulas eleitorais a serem utilizadas para demonstrar a lisura do sistema eletrônico de votação, a reunião contou com o acompanhamento da Comissão de Votação Paralela, representantes de entidades representativas da sociedade, partidos políticos e coligações.
De acordo com o presidente da Comissão, o juiz Gilson Felix, todos os procedimentos tecnológicos foram auditados desde o início do ano pelos partidos políticos.
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Participantes preencheram votos para dois candidatos, podendo votar em branco ou anular |
Ele explicou que haverá a substituição por outras urnas já reservadas.
“Vamos trabalhar a votação paralela, com as urnas que seriam utilizadas no dia da eleição. Até o nome dos eleitores são exatamente os que estão na urna e os votos preenchidos hoje em cédula, serão cantados e digitados na urna eletrônica. Ao final do dia, às 17h, no horário que encerra os trabalhos de votação, a gente vai fazer um trabalho comparativo, a apuração da votação em cédula e da votação na urna eletrônica”, diz acrescentando que duas urnas de lona serão lacradas e só serão abertas no dia da apuração.
“A votação paralela tem o objetivo de fazer um comparativo da votação tradicional em cédulas com a votação em urnas eletrônicas. Serão sorteadas às vésperas das eleições, duas sessões eleitorais, obrigatoriamente uma na capital e uma no interior. As urnas já estão previamente preparadas e no dia 25 às 9h da manhã, haverá o sorteio dessas urnas que serão retiradas dos locais originais e trazidas para o local aonde a comissão vai trabalhar”, explica Gilson Felix.
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Juiz Gilson Félix conversa com os participantes da reunião |
O juiz disse ainda que o serviço da votação paralela ocorre com filmagens do início ao fim.
“Temos uma mesa apuradora de onde se retira a cédula da urna, o servidor do TRE lê o voto que foi dado e o outro servidor digita o voto no computador. Imprime-se o espelho daquele voto com o número daquele candidato que foi escolhido. Como a urna eletrônica é manuseada por um ser humano, pode ocorrer erro. Para que a gente evite esse erro, todo esse processo é filmado do primeiro ao último instante e acompanhado por entidades de classe e representantes de partidos. Se houver alguma diferença, nós teremos a filmagem para identificar qual foi o erro e em que momento houve o erro do digitador. Esse trabalho é feito nos 27 TREs do Brasil para que a população possa confiar no resultado da urna eletrônica. O que a gente vem demonstrando ao longo dos anos é que esse método de votação é absolutamente seguro”, enfatiza Gilson Félix.
Por Aldaci de Souza
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