Déda pode receber alta ainda esta semana

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Marcelo Déda ao lado da sua médica, doutora Celi
O governador Marcelo Déda tem apresentado uma boa recuperação após a cirurgia feita no último dia 4 de novembro para correção de uma aderência intestinal. A aderência foi decorrente de uma primeira cirurgia a que o governador foi submetido para retirada de nódulo no pâncreas, realizada no dia 2 de outubro. Déda continua internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Segundo a doutora Celi Marques, médica do governador em Sergipe e que acompanha a evolução do quadro, a recuperação de Déda tem sido satisfatória. “A primeira cirurgia foi muito delicada, por conta do manuseio do pâncreas. No entanto, para a magnitude do procedimento, ele está se recuperando bem. Déda tem um organismo sadio. Nós, que o acompanhamos esse tempo todo, acreditamos que ele ficará totalmente recuperado”, afirmou a médica. O governador também está sendo acompanhado pelos médicos Fernando Vasconcelos e Fernando Alves.

Conforme explicou doutora Celi, o governador continua internado somente para o término do tratamento do antibiótico. “Ele está terminando o tratamento com antibiótico, que será finalizado já na próxima quarta-feira. A partir daí, ele deve receber alta a qualquer momento. No entanto, o governador precisa permanecer em São Paulo para fazer revisão da cirurgia”, explicou, ao salientar que Marcelo Déda está muito animado com recuperação e com vontade de retornar às atividades.

Histórico

O governador Marcelo Déda esteve em São Paulo na última semana de setembro para cumprir uma agenda de trabalho. Durante a viagem, Déda fez exames de rotina que, a princípio, constataram um nódulo no pâncreas. O governador foi submetido à cirurgia para retirada do nódulo no dia 2 de outubro. “Após a cirurgia, foi verificado na verdade o governador não tinha um nódulo, mas uma inflamação pancreática focal”, disse a médica.

Durante a recuperação, o governador apresentou uma aderência intestinal e teve que se submeter a uma nova cirurgia no dia 30 de outubro. “A aderência está entre as possibilidades de ocorrência no pós-cirúrgico”, frisou a doutora Celi.

ASN

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