Deputado critica discriminação na SSP

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Capitão Samuel: "Policiais apreenderam 70% das armas" (Foto: Arquivo Portal Infonet)

Na manhã desta terça-feira, 4, o deputado estadual, Capitão Samuel (PSL), utilizou a tribuna expor a sua indignação em relação à discriminação dentro da SSP, Secretaria de Segurança Pública do Estado de Sergipe.

O deputado Samuel Barreto falou sobre uma matéria publicada no Jornal da Cidade, no último sábado, 1, onde o secretário adjunto delegado João Batista, “solta fogos”pelo brilhante trabalho. A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) divulgou na  última quinta-feira, 29, um relatório produzido pelo Centro de Estatística e Análise Criminal (Ceacrim) que detalha o crescimento histórico de apreensão de armas de fogo em Sergipe.

Para o parlamentar faltou na matéria produzida pelo Jornal da Cidade citar o trabalho dos policiais militares apreenderam 70% das armas. Samuel Barreto criticou a postura do secretário adjunto que não exaltou o trabalho dos policiais militares que é expressivo no resultado final da ação. Outro ponto abordado na matéria segundo o deputado foi o depoimento de um policial civil em relação as apreensões e a falta do depoimento de um policial militar também falando do seu trabalho de grande importância dentro da Secretária de Segurança Pública do Estado.

Para o capitão Samuel existe uma discriminação dentro da SSP e está visível a falta de valorização do trabalho do policial militar dentro do Órgão. “Faltou um detalhe sobre as apreensões dessas armas é que 70% delas foram apreendidas por policiais militares, faltou o secretário adjunto João Batista falar sobre isso e dizer que o policial civil que ganha o dobro do policial militar recebe 400 reais por cada arma apreendida e que o policial militar não recebe nada desde de dezembro e continua apreendendo”, concluiu Samuel Barreto.

O deputado capitão Samuel disse ainda que cobrou da SSP o dinheiro dos policias militares pelas armas apreendidas nos últimos meses e a explicação foi que o dinheiro destinado aos policias militares teria sido desviado da Secretaria.

Fonte: Assessoria Parlamentar

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