Dilma fala sobre o combate a doença de Chagas

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(Foto: Divulgação)

A presidenta Dilma Rousseff, na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira, 29, falou da importância da melhoria das condições habitacionais para o controle da doença de Chagas, já que o barbeiro se aloja nas frestas de casas precárias. Ela lembrou que o Minha Casa, Minha Vida também atua em áreas rurais, onde já investiu R$ 1,4 bilhão desde 2009. Já foram beneficiadas 60,6 mil famílias, sendo 41,5 mil só em 2012.

“Além disso, em 2012, a Fundação Nacional de Saúde, a Funasa, por meio do Programa Melhoria Habitacional para o Controle da Doença de Chagas, destinou R$ 20 milhões para melhoria habitacional, como reboco e pinturas, em áreas de grande infestação em 39 municípios de nove estados. Para o seu município, serão destinados R$ 500 mil. Desde 2006, o Brasil interrompeu a transmissão pela principal ameaça domiciliar, o barbeiro Triatoma infestans”, explicou Dilma, em resposta a Ubiratã Fonseca Lima, 52 anos, radialista de Posse (GO).

Sobre o acesso ao Vale-Cultura, em resposta a Joelmir Francisco Couto, analista de produção de Fortaleza, Dilma lembrou que as empresas, públicas ou privadas, deverão aderir voluntariamente ao programa. O benefício é de R$ 50 mensais, concedidos prioritariamente aos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos por mês. E o valor poderá ser gasto em cinemas, teatro, livrarias e outras áreas culturais.

“Ele foi criado para apoiar o acesso da população à cultura e é semelhante ao Vale Transporte ou ao Vale Refeição. Os beneficiários com renda de até cinco salários mínimos terão um desconto mensal máximo de R$ 5 no contracheque. Acima dessa renda, o desconto será progressivo, de R$ 10 a 45. A empresa poderá deduzir o custo do seu imposto de renda a pagar, limitado 1% do imposto devido”, detalhou Dilma, que lembrou que os estabelecimentos interessados em receber o pagamento com o Vale-Cultura também têm que aderir.

Dilma ainda falou, em mensagem, do preço da energia elétrica, que teve redução de pelo menos 18% para os consumidores residenciais e de até 32% para a indústria. A presidenta afirmou que a redução é concreta, já que as futuras atualizações tarifárias previstas nos contratos com as distribuidoras incidirão sobre uma base menor.

Fonte: Blog do Planalto

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