Fábio volta a falar sobre tarifas de ônibus

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Vereador Fábio Mittidieri
Na manhã desta quarta, 31, o vereador Fábio Mitidieri (PDT) voltou a cobrar parecer a respeito do seu projeto de lei sobre a participação da Câmara Municipal de Aracaju na definição dos índices de reajuste da tarifa do transporte público. Segundo o parlamentar, há morosidade por parte da Comisssão de Constituição e Justiça (CCJ), presidida pelo vereador Elber Batalha (PSB), na emissão de um parecer.

“Mais uma vez peço qua algo seja dito sobre a obrigatoriedade, ou não, da chegada aqui nesta Casa, das planilhas para a aprovação do rejuste do transporte público em Aracaju. O que não dá é permitir que o cidadão aracajuano pague passagem cara e que a Lei Orgância do município seja desrespeitada. Nela há que a CMA deve participar da definição do reajuste, porém há anos que isso não é realizado aqui”, explicou Fábio.

Ainda em seu pronunciamento, o vereador pedetista solicitou o apoio dos vereadores Nitinho (DEM), Danilo Segundo (PSB) e Moritos Matos (PDT) na sua luta em se fazer cumprir a Lei Orgânica do município. “Peço a Danilo Segundo que convoque os estudantes, seu eleitorado, a juventude estudantil para que ocupem a galeria desta Casa e se somem na luta pelo cumprimento da Constituição Municipal. Vamos nos somar para que as planilhas sejam avaliadas e que decidamos aqui o justo valor a ser pago pelos usuários do transporte público. Hoje, o cidadão paga R$ 0,25 mais caro na passagem e isso faz falta em casa, aos estudantes e aos moradores da periferia”, disse Fábio.

Em aparte, o vereador Nitinho (DEM) confirmou apoio a Fábio, destacando que não há necessidade do projeto de sua autoria ser aprovado por haver a determinação na Lei Orgânica Municipal da participação da CMA no processo de definição do reajuste. “É  preciso que se faça cumprir. Acredito ser necessária uma discussão ampla. E mais, penso ser necessário a contratação de técnicos para avaliação das planilhas, de maneira que nos ajudem a conceder um reajuste justo ao cidadão. O que não dá é para fazer como a Comissão de Finanças, que até hoje não deu um paracer sobre a ONG Eunice Weaver, por ficar dependendo do Tribunal de Contas para esclarecimentos. Acho que deveríamos ter um corpo técnico de profissionais que pudesse nos auxiliar a solucionar os problemas da coletividade”, afirmou Nitinho. 

Fonte: Ascom Cmaju

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