Governador Marcelo Déda não quer crucificar ninguém

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Marcelo Déda durante entrevista (Foto: Portal Infonet)

“Ninguém está querendo crucificar ninguém, mas nós compreendemos que também não dá para tudo que acontece, só o Governo levar a culpa. É preciso ver quem é que realmente pode somar esforços para encontrar soluções”. A afirmação foi feita neste quinta-feira, 22 pelo governador Marcelo Déda (PT) ao se referir ao pedido de intervenção ética feita pela direção do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) ao Conselho Federal de Medicina.

“É preciso que as pessoas entendam o que é intervenção ética. O Governo chamou o Conselho Federal de Medicina para nos ajudar. É muito fácil culpar o Governo por tudo. É preciso que todos nós unidos vejamos onde estão os problemas. Há problemas no Governo e o Governo quer responder por eles, mas há também problemas de quem falta o plantão, de quem não quer cumprir as suas obrigações como profissional de saúde, de quem trata mal o cidadão que procura a assistência”, destaca.

De acordo com Marcelo Déda, tem questões que passam por outros setores que fazem a saúde pública no Brasil e em Sergipe. “Que setores são esses? profissionais da saúde, fornecedores de serviços, funcionários, administradores e gestores. Se nós não olharmos a saúde com essa visão global não vai adiantar. Estamos convidando o Conselho Federal de Medicina, para nesse processo de diálogo, a partir das normas éticas da profissão, a gente somar esforços para encontrar soluções.

Por Aldaci de Souza

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