Greve Professores: Déda diz que não terá perseguições

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Marcelo Déda diz que o momento é 'cabeça fria' (Fotos: Osmar Rios e Ilton Bispo/Estudantes Jornalismo UFS)

O governador Marcelo Déda voltou a falar sobre a greve dos professores da rede estadual de ensino, que apesar da decisão judicial proibindo a continuidade do movimento, completou nesta terça-feira, 5, 51 dias. Na ocasião da inauguração da 3ª Delegacia Metropolitana , ele afirmou que não haverá perseguição aos profissionais do magistério.

“Há uma decisão judicial que estabelece com clareza que o estado está pagando aquilo o que a lei determina e neste sentido não há razões para a greve continuar.  Esse momento agora é cabeça fria. Nós não estamos interessados em perseguir ninguém, em cobrar os dias não trabalhados”, destaca.

De acordo com ele, a preocupação agora é com a reposição das aulas. “O que nós queremos repor essas aulas. A Secretaria de Estado da Educação vai elaborar o calendário de reposição e eu tenho plena convicção que os professores voltarão às salas de aula para devolver as aulas que não foram oferecidas ao longo da greve e impedir que os jovens e adolescentes, os alunos da rede pública estadual tenham prejuízos”, entende Marcelo Déda.

Forró dos Sem

Professores colocam adesivos nos carros

Como a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), ainda não foi notificada da decisão da desembargadora Susana Carvalho para que retornem às aulas, a programação seguiu normalmente e na manhã desta terça-feira, 5 a categoria realizou o ‘Forró dos Sem’, nas proximidades do Palácio dos Despachos.

“Nós estamos aqui mostrando à sociedade que estamos Sem Piso Salarial, Sem Reajuste e Sem Carreira. Os professores estão adesivando os veículos e aceitação dos motoristas está sendo muito boa. Amanhã (6) voltaremos a nos reunir em assembleia”, destaca a professora Ubaldina Santana.

Por Aldaci de Souza

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