Jackson e Déda se reúnem com Almeida Lima

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Jackson Barreto: “arestas devem ser quebradas”
“A reunião foi boa. Eu acho que o senador Almeida Lima tá caminhando para uma pré-candidatura a deputado federal”, foi o que afirmou o deputado federal Jackson Barreto no Palácio dos Despachos [quando da solenidade de posse de Belivaldo Chagas] e após reunião de quase duas horas com o primo na manhã desta sexta-feira, 18 na sede do PMDB.

Segundo Jackson Barreto, assumiu o compromisso para fazer uma reunião com o governador Marcelo Déda para discutir a pré-candidatura de Almeida Lima na chapa majoritária. “Essa reunião já aconteceu e o governador disse que ele será bem vindo. O senador pediu um diálogo entre ele e o prefeito Edvaldo Nogueira. Vou marcar.

Marcelo Déda: “Não houve veto”
Já tive uma conversa com o deputado Eduardo Amorim e o empresário Edvan Amorim. Pedi a colaboração de todos os integrantes dos partidos da coligação na construção do nosso projeto”, ressalta Jackson Barreto acrescentando que conversará ainda com os secretários Jorge Alberto e Benedito Figueredo.

“Eu pessoalmente defendo que as arestas possam ser quebradas e a coligação aceite a pré-candidatura de Almeida. O PMDB ficaria com dois nomes, pois tem a pré-candidatura de Fábio Reis. Ninguém é suficiente forte que não precise de todos”, entende Jackson Barreto.

Estratégia

O governador Marcelo Déda também falou sobre o assunto, quando indagado pelos jornalistas no Palácio dos Despachos na manhã desta sexta-feira. Segundo ele, teve uma reunião com Almeida Lima e Jackson Barreto nesta quinta-feira, 17 sobre a conjuntura política e as perspectivas que a eleição deste ano reserva.  “Eu expliquei ao senador Almeida Lima passo a passo, como é a estratégia de composição da chapa majoritária. Mostrei a ele que não houve veto e nenhum tipo de posição de ordem pessoal, mas apenas a conseqüência do processo de articulação política”, ressalta.

Relevância

O governador Marcleo Déda destacou ainda que na reunião desta quinta, disse ao senador Almeida Lima que considerava a possibilidade de ele vir a integrar a chapa de candidatos a deputado federal como gesto de extrema relevância para a coligação.

“Disse que fazia um apelo pessoal ao senador, independente das divergências que tivemos, eu reconheço que nossa origem política foi na oposição ao Regime Militar. Há uma referência histórica que justifica o nosso entendimento, e pedi que o senador avaliasse essa possibilidade de aceitar o convite do grupo para ser candidato e se ele tomar essa decisão é um fato político relevante, pela visibilidade que ele tem no cenário nacional, pela contribuição para Sergipe na Comissão de Orçamento. É claro que ele fortalece”, entende Marcelo Déda.

Por Aldaci de Souza

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