Lucas Aribé diz que CMA não atende suas necessidades

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"Estou cansado de ser esquecido. Devo satisfação ao povo aracajuano porque sou seu representante", diz Aribé (Foto: Acrísio Cerqueira)

O vereador de Aracaju, Lucas Aribé (PSB), fez o primeiro pronunciamento de 2014 na Tribuna da Câmara Municipal de Aracaju cobrando uma maior preocupação da Casa Legislativa com a acessibilidade aos projetos e documentos enviados para os parlamentares. Segundo Aribé, já no primeiro dia de trabalho, na manhã da última terça-feira, dia 18, a mensagem do prefeito de Aracaju, João Alves Filho (DEM), não estava acessível.

"Após um ano de trabalho ainda encontro esse tipo de dificuldade aqui na Câmara. Infelizmente, subo na Tribuna pela primeira vez em 2014 para fazer um protesto. Ontem (terça, 18), o prefeito veio à CMA e a mensagem que ele trouxe não chegou acessível. Não se trata de questão política e não falo sobre isso, falo sobre respeito. Um respeito ao exercício do mandato parlamentar", afirmou Lucas. Ele lembrou também que o scanner comprado pela Câmara nem sempre é eficaz e por isso não pode ser considerado a melhor opção. "Para o uso do scaner, é necessário fazer uma correção do texto depois e isso não é feito", explicou.

Aribé lembrou que a Prefeitura Municipal de Aracaju teve um ano para aprender a enviar para o Poder Legislativo os documentos de forma acessível, mas mesmo assim ainda ocorriam situações como essa. "A Prefeitura sabe como funciona porque ano passado cobramos muito. Fizemos indicações, requerimentos e discursos em plenário. Afinal, quantas vezes subi aqui para pedir isso? Diversas. Deixou de ser novidade. Estou cansado de ser esquecido. Eu devo satisfação ao povo aracajuano porque sou seu representante", cobrou o vereador.

O parlamentar ainda destacou que também na manhã de terça, 18, foi o terceiro vereadore a pedir a palavra, mas não pode fazer a sua contribuição e cobrar diversas promessas do atual gestor municipal. "Apesar de ter sido um dos primeiros vereadores a pedir a palavra, não entrei na lista dos contemplados pela Mesa. Queria cobrar uma atenção ao Projeto de Lei do táxi adaptado que foi reprovado pela Comissão de Justiça desta casa por gerar custos e mesmo eu provando que isso não existia, fomos derrotados. Iria aproveitar a oportunidade para cobrar uma melhor educação para o município e criticar o Programa Alfa e Beto da Prefeitura de Aracaju que é extremamente excludente. Não fiz isso ontem, mas farei durante os dias de trabalho de 2014", disse.

As críticas de Lucas Aribé foram questionadas pelo presidente da CMA, Vinícius Porto (DEM), porém, foram rebatidas pelo vereador do PSB. "Vinícius Porto disse que eu recebi um email e respondi dizendo que estava tudo correto, entretanto, no email, apenas sinalizei que havia recebido um material acessível, não havia a mensagem do prefeito ali, que foi o alvo da minha crítica", pontuou.

Lucas Aribé disse que sua preocupação é realizar um trabalho consciente. "Estou aqui para trabalhar. Preciso do material acessível para saber, inclusive, informar a população. É direito e dever meu", declarou.

Fonte: Assessoria de Imprensa

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