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(Foto: Arquivo CMA) |
A respeito da denúncia feita no Ministério Público Federal (MPF), a vereadora Lucimara Passos (PCdoB/SE) deu entrevistas a jornalistas na última quarta, 22, respondendo aos questionamentos gerados por matéria divulgada pela Assessoria de Comunicação do MPF e afirma que está disponível para prestar quaisquer esclarecimentos sobre o assunto. “Não tenho nada a esconder, tampouco cometi qualquer irregularidade”, afirma Lucimara.
A denúncia diz respeito a supostas irregularidades nos registros do Banese das contas corrente e contábil da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). Registros esses que teriam como objetivo impedir bloqueios judiciais oriundos da Justiça do Trabalho. Segundo as primeiras informações sobre a denúncia, o principal questionamento deve-se ao fato alegado de que o Banese teria registrado a conta contábil da Emsurb com o CNPJ do banco, o que impossibilitou a visualização dos saldos positivos no momento das alegadas tentativas de bloqueio.
Vale salientar que o contrato firmado para abertura das contas é datado de 2005 e não estabelece os procedimentos a serem adotados pelo Banese na sua própria contabilidade. Não cabe ao cliente definir, interferir ou mesmo fiscalizar os procedimentos internos do banco, dessa forma, não podendo o cliente responder pelo que não é da sua competência. “A minha conduta sempre foi pautada no respeito às leis. Quando assumi a presidência da Emsurb não encontrei nenhum indício de irregularidades nas contas correntes daquela empresa, os procedimentos contábeis também eram respeitados e toda movimentação financeira registrada regularmente na contabilidade. Os saldos bancários estão, inclusive, refletidos nos balancetes”, esclarece.
Por fim, a vereadora refuta as acusações e afirma que são infundadas. “Todas as notificações que recebi para oferecer bens em penhora à Justiça do Trabalho foram prontamente atendidas e nunca fui consultada pela Justiça sobre os saldos das contas correntes da Emsurb ou de tentativas frustradas de bloqueio judicial. Em 2010, quando tomei conhecimento que os procedimentos internos do Banese estavam sendo questionados, cancelamos o contrato firmado no ano de 2005 sob a gestão do então presidente do banco Jair Oliveira”.
Até o momento a vereadora Lucimara não recebeu qualquer notificação do MPF.
Fonte: Assessoria parlamentar
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