Militares apresentam reivindicações a Governador

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(Fotos: Amese)

Na manhã da última quinta-feira, 20, as Associações Unidas dos Policiais e Bombeiros Militares do Estado de Sergipe, representadas pelo Sargento Vieira da Amese e pelo Major Adriano da Assomise, protocolaram ofício ao Governador do Estado de Sergipe, Dr. Jackson Barreto, no Palácio de Despachos, dando ciência da pauta de reivindicações da classe militar, que foi deliberada em Assembléia Geral realizada no dia 18 do corrente mês e ano.

No ofício constam as reivindicações que foram aprovadas por unanimidade pela categoria e assinadas por todos os presidentes de associações, quais sejam:

– Reposição do reajuste linear dos anos de 2009, 2010, 2012 e 2013.

– Lei de Fixação de Efetivo.

– Lei de Organização Básica (LOB) da PM, pois os bombeiros já possuem.

– Carga horária de 30 horas semanais.

– Nível superior para ingresso na PM e CBM.

Ofício protocolado

Foi solicitado ao Governador que fosse aberta uma mesa de negociação de forma urgente, face o prazo para o atendimento de qualquer pleito ao funcionário público se esgotar em 08 de abril do ano em curso.

Já no período da tarde, o Sargento Veira e o Major Adriano, conseguiram através da Vereadora e Presidente da Câmara de Nossa Senhora do Socorro, Maria da Taiçoca, um encontro pessoal com o Governador Jackson Barreto, onde novamente foi protocolado o mesmo ofício, só que agora com o recebimento do próprio Governador, que ficou de avaliar as reivindicações, assumindo o compromisso de que na próxima reunião que terá com os Comandantes da PM e do CBM, fará questão da presença das Associações Militares, para pessoalmente dialogarem de forma aberta.  O Governador relatou ainda, que não irá priorizar nenhuma graduação em detrimento de outras, pois quer tratar a todos de forma igualitária.

O Dr. Wellington Mangueira, que atualmente faz parte do Governo Estadual, estava acompanhando o Governador e se sensibilizou com as reivindicações, colocando-se à disposição para que possa contribuir para o entendimento entre a classe militar e o Governo do Estado.

Com informações da Amese

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