Polícia pronta para as eleições

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A coordenadora da Cpcal, Katarina Feitosa (Foto: Arquivo Portal Infonet)
A coordenadora da Polícia Civil da capital, Katarina Feitosa, realizou na manhã desta quarta-feira, 1º, palestra sobre o planejamento da polícia durante as eleições. De acordo com as informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP) o esquema foi dividido entre as Coordenadorias de Polícia da Capital (Copcal) e do Interior (Copci).

A capital vai reunir além de Aracaju, as regiões metropolitanas de Nossa Senhora do Socorro, Barra dos Coqueiros, São Cristovão e Itaporanga D’Ajuda. O interior será responsável pelos 70 municípios que serão divididos em seis delegacias regionais.

Prisões

A Superintendência da Polícia Civil determinou por meio de portaria que a partir do dia 28 de setembro, até as 17h do dia 5 de outubro, não poderão ser realizadas prisões, a não ser em flagrante delito, mandados de sentença penal condenatória (onde não cabem mais recursos), ou prisão por quebra de salvo conduta.

Crimes eleitorais

Os crimes eleitorais na capital serão de responsabilidade da Polícia Federal. O papel da Polícia Civil, em locais onde exista uma base da Polícia Federal, será para manter a ordem. Para isso, será empregado um efetivo de 30 delegados, 40 escrivães e 130 agentes, para manter a ordem no dia da eleição.

Planejamento

Segundo a coordenadora da Cpcal, Katarina Feitosa, o planejamento está sendo estudado há dois meses. “Nós antecipamos, através de um pedido do superintendente da Polícia Civil, João Batista, feito ao procurador regional eleitoral, Ruy Nestor Bastos Mello, para que fosse realizada uma reunião entre o Ministério Público, com intuito de orientar os delegados e escrivães, sobre o que seria imprescindível no que diz respeito à coleta de provas nos crimes eleitorais”, esclarece.

Efetivo

No interior, será empregado um efetivo de 64 delegados, 66 escrivães e 166 agentes, divididos entre as seis regionais. As cidades de Lagarto, Itabaiana e Canindé do São Francisco terão bases da Polícia Federal, por serem consideradas mais críticas.

 

Por Kátia Susanna, com informações da SSP

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