Presidente da AL não vê motivo para depor no TRE

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Angélica: sem depoimento à justiça eleitoral (foto: Arquivo Portal Infonet)

A deputada Angélica Guimarães (PSC), presidente da Assembleia Legislativa, tem convicção que não será intimada pela justiça eleitoral para prestar esclarecimentos sobre as verbas de subvenções em processo judicial que tramita no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Na ótica da parlamentar, o processo judicial foi instaurado para investigar o uso daquelas verbas durante o processo eleitoral. “E eu não me candidatei”, disse.

A deputada de fato não se candidatou por ter sido indicada para ocupar cargo vitalício de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE), função que exercerá depois que concluir o mandato na Assembleia Legislativa, que será encerrado neste mês. Mas emplacou o marido, Vanderbal Marinho, eleito pelo PTC com 32.794 votos.

A presidente do Poder Legislativo não se incomodou com as reações da comunidade evangélica que realizou manifestação nesta quarta-feira, 4, pedindo transparência dos deputados quanto às indicações e destino das verbas de subvenções. Angélica Guimarães considerou a manifestação “legítima”, mas rebate as críticas dos evangélicos ao garantir que a distribuição das subvenções é feita de forma criteriosa.

“Tem fiscalização sim”, reagiu a parlamentar, enaltecendo que só recebem as verbas de subvenções entidades idôneas, que prestam contas. “As verbas só são repassadas quando a entidade é idônea, tem conta bancária e traz um plano de trabalho”, resumiu, num desmentido às afirmações do pastor Carlos Fontes de que uma entidade ligada ao futebol, sem conta bancária, teria recebido verbas de subvenções no valor de R$ 800 mil.

Por Cássia Santana

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