Reajuste de 6% não agrada categorias

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Reajuste concedido foi de 6%

O prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, anunciou na tarde desta terça-feira, 22, no Centro Administrativo Prefeito Aloísio Campos, o reajuste salarial dos servidores municipais. O percentual foi de 6% com base em cortes de investimentos.

Ele explicou que não foi possível conceder um valor maior e que  tiveram que conter gastos para oferecer um valor melhor aos servidores. “A folha de pagamento cresceu 19,48%de 2009 a 2010, enquanto na arrecadação o aumento foi de apenas 14%. O índice linear vai incidir em todas as categorias, sem deixar de honrar com a Lei de Responsabilidade Fiscal”, destaca

Apesar do reajuste anunciado, algumas categorias se disseram insatisfeitas com o anúncio. Para o presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Aracaju (Sigma), Ney Lúcio, o reajuste foi

Presidente do Sigma, Ney Lúcio diz que o reajuste foi irrisório
irrisório e não contemplou os anseios da classe. “Esperávamos um reajuste de 30 a 40% e a apresentação da contraproposta. Hoje o salário é de R$ 1.200 e a categoria reivindica R$ 1.800”, diz.

Ney Lúcio ainda destaca que a categoria volta a se reunir em assembléia na próxima sexta-feira, 25, às 18h, na sede da CUT, para discutir o reajuste concedido e o andamento da mobilização.

Outra categoria insatisfeita foi a do Sindicato dos Profissionais em Educação do Município de Aracaju (Sindipema). De acordo com a presidente da categoria, Maria Elba Silva, o prefeito deveria cumprir a lei do piso salarial. “Ele deveria respeitar a lei do piso e não conceder um reajuste de 6%. Amanhã [23] o sindicato realiza uma assembléia às 9h30 no Sindipema para analisar o reajuste dado e quais os rumos que serão tomados pelo professores”, enfatiza Maria Elba.

 

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