Seminário discute impactos com o uso dos agrotóxicos

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Evento aconteceu na Alese (Fotos: Portal Infonet)

Representantes da sociedade civil, parlamentares e autoridade estiveram na Assembleia Legislativa (Alese) nesta sexta-feira, 27, para participar do seminário que tem como tema “Os impactos Socioeconômicos e na saúde dos trabalhadores rurais decorrentes da monocultura praticada pelo agronegócio e do uso de agrotóxicos”.

O evento é uma realização da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, atendendo ao requerimento 01/2015, de autoria do deputado federal João Daniel (PT/SE).

De acordo com o deputado federal João Daniel (PT), o tema deve ser esclarecido à toda sociedade. "Esse é um tema importante para discutir no Brasil inteiro e a população ter conhecimento da gravidade desse problema que é um problema mundial. O Brasil vem sendo o país que mais vem consumindo agrotóxico. Portanto precisamos discutir para poder construir um novo modelo de agricultura", afirma

Galerias ocupadas por representantes da sociedade civil  

No entendimento do deputado, a solução parte de uma maior conscientização da população como um todo. “Não é uma lei aprovada no Congresso  ou na Assembleia que vai resolver. A solução passa pela nossa população ter consciência e cobrar para que nós possamos ter um novo modelo de desenvolvimento baseado no respeito a natureza, biodiversidade e na produção de uma alimentação saudável”, defende.

O coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, Pedro Luiz Serafim [substituiu o procurador geral do Trabalho Luiz Camargo] esteve no evento e destacou como louvável o encontro. “Esse encontro é uma iniciativa louvável porque o poder legislativo estadual está interessado em um tema que interessa a todos. A sociedade precisa participar, inclusive cobrando dos órgãos de fiscalização. A sociedade deve estar atenta e exigir que se cumpra a constituição porque agrotóxico é questão de saúde pública. Já existem projetos com intuito de concentrar em apenas um órgão toda a fiscalização porque hoje a fiscalização contempla três órgãos, meio ambiente, saúde e agricultura", informa.

Por Aisla Vasconcelos

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