Votação do projeto “metrô da alegria” é retirado da pauta

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(Foto: Maria Odília)
O projeto do Poder Executivo que consiste na contratação de servidores temporários para execução de atividades na administração pública do Governo do Estado, que foi apelidado pela oposição de ‘metrô da alegria’, seria votado pelos deputados estaduais nesta terça, 15, mas o projeto foi retirado da pauta.

O deputado Augusto Bezerra (DEM) classifica como lamentável o projeto tendo em vista que foi elaborado por um governo que prometeu mudanças administrativas. “Este nada mais é uma manobra eleitoreira do governo, que quer colocar apadrinhados nos cargos públicos. Uma política ultrapassada que prejudica a juventude que está saindo da universidade e quer fazer concurso”, opina.

Já o líder da situação na Assembléia Legislativa, Francisco Gualberto (PT), rebate a tese de Bezerra e diz que o projeto corrige falhas do decreto nº 11.203, de 1990, que regulamentava os temporários. “Em 2007, João Alves tinha colocado um avião a jato na Secretaria de Educação. Eram 6.400 contratos temporários”, fala Gualberto, prosseguindo com as metáforas com meios de transporte.

Aprovação de outros projetos

Apesar da retirada do polêmico projeto da pauta, um pacote com outros (oito, mais precisamente), foi votado e aprovado por unanimidade, exceto o ‘Mão Amiga’, que não recebeu o voto do deputado Augusto Bezerra. “Não votei porque tem participação de ONGs nesse processo, e em Sergipe as ONGs vêm dando exemplo apenas de corrupção”, justifica o democrata.

O projeto tem por finalidade adotar medidas mitigadoras frente aos efeitos do desemprego sazonal decorrentes das entressafras dos cultivos da cana de açúcar e da laranja. O objetivo é com isso gerar renda, reforço alimentar, capacitação, melhorando a qualidade de vida da população afetada.

Por Glauco Vinícius, com informações da Agência Alese

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