Contaminação pela variante de Manaus está crescendo em Sergipe

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No Brasil foram identificadas 40 linhagens do SARS-CoV-2, até dezembro do ano passado. (Foto: AScom/SES)

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), unidade gerida pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), divulgou o boletim de Vigilância Genômica número 3, do SARS-CoV-2 em Sergipe. O documento disponível no link: https://url.gratis/PhWws apresenta o monitoramento das linhagens e variantes do coronavírus a partir de testes de sequenciamento genômico realizados em amostras coletadas de pacientes com suspeita de contágio com o vírus em Sergipe.

Conforme dados da Rede Genômica da Fiocruz, no Brasil foram identificadas 40 linhagens do SARS-CoV-2, até dezembro do ano passado. Destas linhagens, as mais frequentes em circulação no território brasileiro são a P.1, seguida da P.2 e B1.1.28.

Atualmente, há três variantes principais do novo Coronavírus no mundo, essas são consideradas pelos especialista como as mais agressivas: Variante Reino Unido, Variante África do Sul e variante Manaus (P.1), esta última presente em 16 estados brasileiros, incluindo Sergipe.

De acordo com o superintendente do Laboratório Central, Cliomar Alves dos Santos, a vigilância genômica realizada em Sergipe, aponta para a ascensão da linhagem P.1. “Esse trabalho realizado diariamente na biologia Molecular consiste na seleção das amostras que se encaixam nos critérios para fazer o sequenciamento genômico”, explicou ele.

Após a seleção, as amostras são encaminhadas para o laboratório de Vírus Respiratórios da Fiocruz no Rio de Janeiro. “Temos essa parceria estabelecida pelo Ministério da Saúde junto ao Lacen e todas as orientações são repassadas pela Coordenação Geral de Laboratórios e pela Fiocruz e existe um critério para envio das amostras como apresentar alta carga viral”, salientou Cliomar Alves.

O gestor do órgão informou ainda que a avaliação em conjunto do número de pacientes hospitalizados e as linhagens mais frequentes, é essencial para a compreensão da pandemia. “Essas análises são utilizadas pelos gestores do Estado e dos Municípios para adoção de ações de contenção à propagação do vírus entre as populações”, finaliza.

Fonte: Ascom/SES

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