Fitoterapia: plantas medicinais ajudam no tratamento de doenças

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Jurubeba, uma das plantas medicinais que ajudam no combate ao diabetes (Foto: Portal Infonet)

O tratamento a base de plantas medicinais, conhecido como fitoterapia, será debatido do VIII curso de extensão sobre fitoterapia que será realizado neste sábado, 10, a partir das 08h, no auditório do Núcleo de Apoio ao Trabalho (NAT), no bairro São José.

Simone Batista, enfermeira (Foto: Portal Infonet)

A enfermeira e diretora do Movimento Popular de Saúde (Mops), Simone Batista, descreve a fitoterapia com um importante tratamento auxiliar para o tratamento de inúmeras doenças, como diabetes, úlceras, transtorno de ansiedade e afins. Segundo a enfermeira, algumas plantas possuem propriedades medicinais já comprovadas cientificamente que contribuem para uma melhor qualidade de vida durante tratamentos medicamentosos. “A jurubeba, por exemplo, já foi objeto de estudo e descobriram que ela estimula o pâncreas a produzir insulina. Então a jurubeba é recomendada para pessoas que tem diabetes”, diz. “A depender do nível da doença, a pessoa pode usar o chá ou fazer um licor da fruta”, acrescenta.

Simone alerta que por ser um tratamento auxiliar, o paciente não deve abandonar as orientações médicas, mas sim promover uma interação entre o tratamento convencional e o uso das plantas medicinais. “Para cada doença há uma planta que regulariza o organismo”, afirma. A enfermeira conta que o uso das plantas pode ser in natura, fazendo sucos, ou através de chás, xampus, hidratantes, óleos e tinturas para o cabelo. “Nos estados em que o tratamento com plantas medicinais é realizado se reduz 40% o número de remédios alopáticos”, destaca.

Planta conhecida como “cana de macaco”, auxilia no combate ao cálculo renal (Foto: Portal Infonet)

Para Simone esse encontro é importante porque terá a participação não só da comunidade, mas também da classe acadêmica. Essa interatividade, ainda de acordo com ela, propicia uma maior divulgação entre o poder medicinal das plantas e como orientar as pessoas a fazerem uso delas. “A gente precisa sensibilizar a comunidade e o estudante para que ambos entendam que há essa alternativa biomédica”, avalia.

por João Paulo Schneider  e Jéssica França

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