Gestantes devem tomar a vacina contra difteria, tétano e coqueluche

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Vacina é ofertada gratuitamente na rede pública de saúde (Foto; Flavia Pacheco / SES)

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, unidade gerenciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), alerta as gestantes sobre a grande importância da vacina tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa), que imuniza contra difteria, tétano e coqueluche. A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúdes (UBS) e  não precisa de prescrição médica, basta apresentar a Caderneta de vacina e se vacinar gratuitamente.

O especialista em obstetrícia, Mauro Muniz Bezerra, explica que a dTpa é uma das vacinas previstas no Calendário de Vacinação das Gestantes e deve ser aplicada nas futuras mães a partir da 20ª semana de gestação, com uma dose somente. A vacina acelular é segura para a grávida e o bebê. O Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações, oferta quatro vacinas para gestantes: dTpa (difteria, tétano e coqueluche); dT (difteria e tétano); hepatite B; e gripe, esta ofertada durante campanhas anuais. “A dTpa  é indicada para ser tomada na gravidez porque estimula o organismo da mulher a produzir anticorpos, que depois passam para o bebê através da placenta”, disse o obstetra.

O médico atentou que a dT é importante para prevenção do tétano, infecção, causada por uma bactéria. De acordo com ele, o Esquema vacinal geralmente tem duração de 10 anos, e precisa ser repetido após o vencimento. A Unidade de Saúde possui todo o calendário vacinal com a necessidade de reforço a cada 10 anos.

“Se a gestante não tem ou não sabe se o esquema de tétano está completo, ela deve ser vacinada com 2 doses da dT e 1 dose da dTpa (sendo esta, entre 27 e 36 semanas). Se ela entrar em outra gestação dentro dos dez anos, e cumpre todo o esquema vacinal, ela está protegida, porém se essa pessoa for exposta a um ferimento, a uma abrasão que a deixe suscetível, esse prazo cai para cinco anos. Se por exemplo a gestante foi submetida a uma cesariana, e engravidar cinco anos depois dessa cirurgia terá de receber um reforço. É muito importante guardar o cartão de vacina e estar sempre atualizando para estar sempre protegido das doenças”, alerta.

Fonte: ASN

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