Hospital da Criança começa atendimento no início de novembro

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(Foto: Mário Souza/Supec)

A partir de 05 de novembro, o novo Hospital da Criança, Dr. José Machado de Souza, gerido pela Secretaria de Estado da Saúde, começa o pleno atendimento aos pequenos usuários no Complexo de Atenção à Saúde da Criança de Sergipe, situado no bairro José Conrado de Araújo.

O equipamento chega para reforçar a Rede de Assistência Pediátrica no Estado, vai atuar junto com outras unidades hospitalares para garantir, cada vez mais, o direito fundamental à saúde para as crianças sergipanas.  É importante que a população fique por dentro do fluxo de atendimento.

Qual a faixa-etária das crianças atendidas no Hospital da Criança?

As crianças de 29 dias a 12 anos 11 meses e 29 dias de vida que é a fase da infância segundo a legislação brasileira.

Qual será o horário de funcionamento? 

O Hospital da Criança funcionará de forma ininterrupta, 24h por dia, sete dias por semana com atendimento em tempo integral à demandas espontâneas e pacientes referenciados por outras unidades de saúde.

Quais os serviços oferecidos pelo Hospital? 

O hospital contará com atendimento à demanda espontânea com pediatras, cirurgiões e ortopedistas, além da realização de exames.  Para casos que necessitem de procedimento cirúrgico há um centro cirúrgico equipado, pois, estamos retornando com a cirurgia pediátrica para o estado e teremos cirurgiões diariamente atuando.

Eu posso levar minha criança diretamente ao Hospital da Criança?

O hospital tem como característica o atendimento definido como “porta-aberta”, absorvendo os casos que não podem ser resolvidos pela atenção primária, nas UBS. A recomendação é que uma Unidade Básica de Saúde seja o primeiro acesso se a situação do paciente não se enquadrar neste perfil de situação.

O que são casos de baixa e média complexidade?

Baixa complexidade são atendimentos que exigem recursos mais simples. Estes em sua grande maioria são resolvidos nos postos de saúde. Média complexidade por sua vez, exigem de recursos e especialidades para o atendimento como exames de raio-x e ultrassonografia.

Quais são exemplos de casos de baixa e média complexidade e a assistência oferecida para eles? 

São considerados casos de baixa e média complexidade, por exemplo, braço ou perna quebrada Esses são pequenos traumas para os quais teremos um serviço de ortopedia, inclusive, cirurgia ortopédica. Porém, os politraumas que podem acontecer em acidentes mais graves, demandando um aparato mais amplo, as crianças serão encaminhadas para a ala vermelha do Huse.

E em relação aos casos de alta complexidade em que unidade de saúde as crianças serão atendidas? 

Os casos com alta complexidade serão referenciados para a ala vermelha do HUSE que deixa de oferecer o sistema “porta-aberta” e passa a atender por meio de sistema de regulação, ou seja, encaminhamento apenas. A alta complexidade envolve, além dos atendimentos de emergência de politraumas, os pacientes  com doenças crônicas, que são aquelas doenças que necessitam de recursos avançados como: paciente renal crônico, neuropata, cardiopata, oncológicos e outros.

Fonte: SES

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