Oito municípios com alto risco de infestação do Aedes

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Apenas Canindé do São Francisco não enviou as informações (Foto: Agência Brasil)

A Secretaria de Estado da Saúde, através do Núcleo de Endemias, divulgou nesta sexta-feira, 26, o primeiro LIRAa (Levantamento Rápido do índice de Infestação por Aedes Aegypti) deste ano de 2018. O resultado aponta oito municípios em situação de alto risco, 42 em médio e outros 24 em baixo risco de infestação. Apenas Canindé do São Francisco não enviou as informações do seu município.

Estão em situação de alto risco – apresentam índices de infestação a partir de 3,9% – os municípios de Riachão do Dantas, Pedra Mole, Tomar do Geru, Siriri, São Domingos, Macambira e Itabaianinha, segundo informações da gerente do Núcleo de Endemias, Sidney Sá, acrescentando que o levantamento foi realizado nos 75 municípios sergipanos no período de 02 a 19 de janeiro.

A capital, Aracaju, melhorou sua posição em relação ao último LIRAa de 2017, divulgado no final de novembro. Naquele, ela se enquadrava entre os municípios de médio risco, com um índice de 1,1%. Neste, Aracaju aparece entre os municípios que apresentam baixo risco de infestação, com 0,9%.

LIRAa

LIRAa é o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes Aegypti, realizado a cada início de ciclo epidemiológico, o que ocorre a cada dois meses. Com isso, são realizados seis LIRAas no ano, quantitativo suficiente, na avaliação de Sidney Sá, desde que os municípios mantenham com eficiência o trabalho de controle e combate ao vetor. Feito por amostragem, o objetivo do levantamento é o de monitorar a presença do mosquito nos municípios e subsidiar os gestores no trabalho de combate ao Aedes.

Canindé

 A secretaria municipal de Saúde de Canindé de São Francisco, vem por meio desta esclarecer que, o envio das informações do LIRAa (Levantamento do índice de infestação do Aedes) do município de Canindé de São Francisco ocorreu tardiamente, devido ao processo de greve dos agentes de combate às endemias do município, que durou cerca de 70 dias. Esse levantamento é feito de forma rápida, afim de analisar a possibilidade de infestação do mosquito Aedes aegypti, subsidiando à tomada de decisões de  ações  de controle para doenças que envolvam esse vetor. Tal situação não só prejudicou os levantamentos, como também comprometeu a credibilidade do município a nível nacional. E no final quem foi o maior prejudicado? A população, que fica a mercê e risco de surto de dengue e outras doenças associadas à presença do mosquito Aedes aegypti.

Fonte: SES

A matéria foi alterada ás 08:22 do dia 27/01 para acréscimo de nota de Canindé

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