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(Foto: Assessoria de Comunicação) |
Em virtude dos diversos ataques, assassinatos e ordens de despejo contra o povo Guarani Kaiowá no território do Mato Grosso do Sul, militantes e ativistas estão organizando neste sexta, 9, atos de solidariedade em diversas cidades do país. Mais de 15 cidades já estão confirmadas e em Aracaju o ato acontecerá às 15h na praça Fausto Cardoso.
No período de 9 anos, mais de 273 lideranças foram assassinadas por jagunços a mando de fazendeiros no MS. Além do genocídio declarado contra o povo Guarani e Kaiowá, é alarmante o número de jovens indigenas que praticam suicidio por falta de perspectivas e por não conseguirem viver confinados em pequenos pedaços de terras cercados por grandes plantações de soja.
Nos últimos meses, a ATY GUASSU (Assembleia Kaiowá) lançou uma carta para justiça brasileira se posicionando em relação as ordem judiciais de despejo das aldeias Passu Piraju e Pyelito Kue. Se as ordens forem acatadas, os indigenas não sairão de suas terras tradicionais e estão decidido a morrerem todos naquele território. A possibilidade de Suicidio Coletivo e o massacre contra os povos Kaiowás conseguiu alcançar diversas organizações pelo mundo. Com objetivo de parar o massacre e somar na luta pela demarcação das terras indígenas, o dia 9 de novembro foi declarado como Dia Internacional em defesa dos Guarani Kaiowás.
A partir disso, o Tribunal Popular da Terra, juntamente com professores, estudantes e ativistas estão organizando este ato simbólico amanhã, 9, na praça Fausto Cardoso na tentativa de denunciar as atrocidades e violações dos direitos humanos cometidas pelo Estado Brasileiro contra os povos indígenas.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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