DHPP quer saber quem comercializou celular do professor

Segundo a delegada Rosa Freitas, indivíduo comercializou o celular do professor (Foto: Divulgação DHPP

O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou à imprensa nesta quarta-feira, 11, um vídeo com as imagens de um homem que supostamente estaria negociando o aparelho celular do professor Adalgício Barbosa Mendonça, 41 anos.

O caso está sendo presidido pela delegada Rosana Freitas, da 5ª Divisão do DHPP e segundo ela, após as investigações, a polícia teve acesso a um vídeo junto a um estabelecimento comercial, situado no Centro da cidade. Imagens do circuito de TV onde aparece um rapaz ainda não identificado [camisa azul] supostamente comercializando o celular da vítima.

“Na terça feira [13 de fevereiro], um dia após a morte do professor, esse celular foi comercializado por esse indivíduo das imagens. Da terça até a sexta-feira esse celular passou por cinco pessoas, todas essas pessoas foram identificadas e ouvidas aqui na delegacia. O celular foi recuperado na mão da última pessoa que adquiriu o celular na sexta e através da investigação, nós fizemos o caminho de volta e chegamos a esse vídeo que foi fornecido por um comerciante de lá do centro. O vídeo está sendo divulgado para que com o apoio da imprensa e da população, a gente identifique esse rapaz. Nenhuma das pessoas pelas quais o celular passou sabe quem é esse indivíduo”, afirma.

Delegada Rosana Freitas pede que qualquer informação liguem para o disque-denúncia

A delegada pede que se alguém conhecer ou souber quem é o rapaz da imagem que entre em contato com a polícia por meio do dique-denúncia pelo 181.

Ouvidas

Ainda segundo Rosana Freitas, as investigações continuam na tentativa de identificar quem estava junto com o professor na pousada. “Até o presente momento, já ouvimos mais de 15 pessoas entre familiares e amigos. As hipóteses levantadas de pessoas que poderiam estar com ele foram descartadas. A gente averiguou álibis e não se tem ainda nenhuma confirmação de quem estava com ele. É possível que ele estivesse com uma pessoa num momento esporádico que não fosse uma pessoa do conviveu dele”, conta a delegada.

Para a delegada, nenhuma hipótese está sendo descartada. “Infelizmente como os laudos ainda não chegaram, a gente não tem como dizer e determinar a causa da morte. A gente trabalha com todas as possibilidades até que os laudos sejam conclusivos em descartar uma ou outra situação”, diz.

Relembre

O professor de ciências biológicas foi encontrado sem vida na tarde do dia 12 de janeiro em uma pousada localizada na avenida São Paulo em Aracaju.

Vídeo

O vídeo foi cedido ao Portal Infonet pela delegada Rosana Freitas do DHPP

Por Aisla Vasconcelos

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